
O escândalo do apagão foi uma crise nacional, sem precedentes no Brasil, que afetou o fornecimento e distribuição de energia elétrica. Ocorreu nos dois últimos anos do governo de Fernando Henrique Cardoso, em 2001 e 2002[1]. “Apagão” é um termo que designa interrupções ou falta de energia elétrica freqüentes, como Blecautes (do inglês blackout) de maior duração.
No início da crise levantou-se a hipótese de que talvez se tornasse necessário fazer longos cortes forçados de energia elétrica em todo Brasil. Estes cortes forçados, ou blecautes, foram apelidados de “apagões” pela imprensa.
Na época, havia grande possibilidade de ocorrer apagões no país, sobretudo nas grandes cidades. Felizmente a aplicação desses cortes — que produziriam severas perdas na economia brasileira — pôde ser evitada graças ao bom resultado de uma campanha por um racionamento “voluntário” de energia. Mas o termo ganhou uma grande popularidade, acabando por denotar toda crise energética, ao invés de denotar apenas os eventuais cortes forçados.
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O ministro das Minas e Energia confirmou o apagão e disse que Itaipú foi paralizada.
O blecaute que deixou São, Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Pernambuco, Goiás às escuras, esta noite, também atinge parte de Mato Grosso. Há informações que uma parte da capita, Cuiabá, ficou sem energia por aproximadamente 20 minutos. O centro da cidade ficou completamente sem energia por cerca de 15 minutos. A Cemat, confirmou que o problema ocorreu na saída da energia da hidrelétrica de Itaipú. O fornecimento de energia já foi restabelecido em Mato Grosso.
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O governador Blairo Maggi (PR) confirmou pela primeira vez, publicamente, que será candidato ao Senado em 2010. O líder republicano também negou renunciar ao cargo estadual um ano antes do término do mandato. Segundo Maggi, ele só deixará o posto no Palácio Paiaguás em abril do ano que vem, prazo imposto pela Justiça Eleitoral para desincompatibilizações, no caso de governadores.
Monossilábico, Maggi taxou como ‘invenções’ da imprensa as informações de que se desligaria do cargo no final de 2009. Questionado sobre o fato de que líderes do próprio PR já tinham confirmado há semanas tal plano político, Maggi desconversa, e diz ter se tratado de um equívoco. Numa nova pergunta, sobre o que faria ao se desligar em abril do governo, Maggi é então enfático: “Só saio em abril e vou ser candidato ao Senado”.
Saiba mais no www.diariodecuiaba.com.br
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FOTO E EDIÇÃO: HOMERO SERGIO.

Nas vésperas da “CARNEIRADA’” em apoio à obra que o Rotary Clube de Querência promove em benefício da APAE, o portal *****QUERÊNCIA HOJE***** visitou a entidade e mostra com exclusividade os andamentos dos trabalhos, que segundo o construtor Altair da Construart, ela se encontra em 65% pronta e muito breve poderá iniciar o acabamento.

A professora Fátima da APAE, a coordenadora Márcia e a futura coordenadora Celita. em frente a obra que o Rotary executa em Querência.
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EDIÇÃO- HOMERO SERGIO.
Em Cuiabá, no km 387 da BR 364, na saída para Rondonópolis, foi feita a abordagem a uma carreta Iveco, placas HSI 1456 de Campo Grande – MS, conduzida por José Rubens da Silva, de 50 anos. Durante a fiscalização os policiais constataram que ele estava transportando uma carga com 7.000 kg de café em pó. Ao verificar a nota fiscal da carga, foi constatado que não havia sido carimbada no posto de fiscalização fazendária, caracterizando assim, sonegação fiscal. O condutor foi comunicado que o veículo com a carga de café seria encaminhado ao posto de fiscalização da Secretaria de Estado da Fazenda. Em seguida chegou ao posto da PRF, José Claudinei dos Santos, de 41 anos, dizendo ser o gerente da empresa proprietária da carga de café, e ofereceu aos policiais um fardo contendo seis pacotes de café em pó. Os policiais recusaram, mas ele insistia dizendo ser um presente enviado pelo proprietário da empresa e que um dos pacotes de café continha um recheio especial. Os policiais deram voz de prisão a José Claudinei e constataram que dentro de um dos pacotes continha R$ 1.000,00 (mil reais) em dinheiro. Ele ainda portava em seus bolsos a quantia de R$1.055,00 (mil e cinqüenta e cinco reais) e ao ser preso disse aos policiais que estava cumprindo ordens de seu patrão. José Claudinei foi conduzido para a Delegacia de Polícia Federal, em Cuiabá. O caminhão com a carga de café foi encaminhado para o posto de fiscalização da Secretaria de Estado da Fazenda, em Cuiabá/MT.
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