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OUÇA O GOVERNADOR DE SANTA CATARINA: “SITUAÇÃO É TERRÍVEL”

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Ruas de Blumenau alagadas durante chuvas que castigam Santa Catarina.

OUÇA ENTREVISTA COM  O GOVERNADOR AQUI

Foram registradas 20 mortes por causa da chuva até às 18h30min deste domingo em Santa Catarina, oito delas em Blumenau, no Vale do Itajaí. O rio Itajaí-Açu estava 10,68 metros acima do nível normal, por volta das 16h deste domingo.

Perto das 6h, bombeiros encontraram cinco pessoas soterradas na rua das Bromélias, na Fortaleza Alta, onde mais três foram retiradas com ferimentos e encaminhadas para os hospitais.

Na rua Botuverá, bairro Itoupavazinha, esta madrugada duas pessoas foram retiradas de outro soterramento: uma com vida e outra morta. No sábado, também por causa da enxurrada, uma menina de três anos morreu soterrada na rua Araranguá e um adolescente de 16 anos morreu na rua Eça de Queiroz.

A Defesa Civil estadual registrou por volta das 17h mais uma morte por soterramento em Blumenau, mas ainda não havia informações sobre o local. Não há como calcular o número de desabrigados, segundo a Defesa Civil.

Em Brusque, o rio está em 7,08 metros e o município já tem mais de 400 desalojados. Dois abrigos recebem os habitantes: no bairro Planalto, no Centro Comunitário, e no bairro Santa Rita, anexo à capela. A Defesa Civil confirmou a morte de um homem de aproximadamente 35 anos. A casa onde ele estava foi atingida por um deslizamento de terra.

Em Gaspar, os abrigos ficam no Ginásio João dos Santos e nos colégios. A situação também é crítica.

Em Itajaí, a Defesa Civil avisa que a situação está piorando, com os rios Itajaí Mirim e Itajaí-Açu transbordando. Já existem regiões isoladas nos bairros Cidade Nova, Canhanduba, Bambuzal e Itaipava. O alerta é para que quem foi atingido pela enchente de 2001 saia urgente de casa, porque a situação deve se repetir hoje. Em 2001, o rio Itajaí-Açu atingiu 11,02 metros.

Em Jaraguá do Sul, a moradora Silvana Martins Manske, 30 anos, e as filhas de três e seis anos morreram soterradas depois que a casa onde estavam foi atingida por um deslizamento, no sábado, por volta das 23h30, na rua Irineu Franzler, no bairro de Tifa Martins.

Em Bom Jardim da Serra, no Planalto Serrano, foi registrada uma morte causada por um acidente de carro seguido de afogamento, na noite de sábado. Em Luiz Alves, no Vale do Itajaí, quatro pessoas morreram soterradas.

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ESTADO DE EMERGÊNCIA EM TODO ESTADO DE SANTA CATARINA.

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Sobe para 12 o número de mortes registradas em Santa Catarina por causa da chuva.

Oito delas aconteceram em Blumenau, no Vale do Itajaí.

Foram registradas 12 mortes até às 12h30min deste domingo em Santa Catarina, oito delas em Blumenau, no Vale do Itajaí. O rio Itajaí-Açu estava 9,48 metros acima do nível normal, por volta das 7h deste domingo.

Perto das 6h, bombeiros encontraram cinco pessoas soterradas na rua das Bromélias, na Fortaleza Alta, onde mais três foram retiradas com ferimentos e encaminhadas para os hospitais.

Na rua Botuverá, bairro Itoupavazinha, esta madrugada duas pessoas foram retiradas de outro soterramento: uma com vida e outra morta. No sábado, também por causa da enxurrada, uma menina de três anos morreu soterrada na rua Araranguá e um adolescente de 16 anos morreu na rua Eça de Queiroz. Não há como calcular o número de desabrigados, segundo a Defesa Civil.

Em Brusque, o rio está em 7,08 metros e o município já tem mais de 400 desalojados. Dois abrigos recebem os habitantes: no bairro Planalto, no Centro Comunitário, e no bairro Santa Rita, anexo à capela. A Defesa Civil confirmou a morte de um homem de aproximadamente 35 anos. A casa onde ele estava foi atingida por um deslizamento de terra.

Em Gaspar, os abrigos ficam no Ginásio João dos Santos e nos colégios. A situação também é crítica.

Em Itajaí, a Defesa Civil avisa que a situação está piorando, com os rios Itajaí Mirim e Itajaí-Açu transbordando. Já existem regiões isoladas nos bairros Cidade Nova, Canhanduba, Bambuzal e Itaipava. O alerta é para que quem foi atingido pela enchente de 2001 saia urgente de casa, porque a situação deve se repetir hoje. Em 2001, o rio Itajaí-Açu atingiu 11,02 metros.

Em Jaraguá do Sul, a moradora Silvana Martins Manske, 30 anos, e as filhas de três e seis anos morreram soterradas depois que a casa onde estavam foi atingida por um deslizamento, no sábado, por volta das 23h30, na rua Irineu Franzler, no bairro de Tifa Martins.

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CAMPEONATO DA AMIZADE TEVE MAIS 3 PARTIDAS SÁBADO.

O campeonato que começaria na quinta teve sua primeira rodada adiada por causa da chuva. Na sexta a rodada aconteceu com 3 jogos e ontem mais 3.

Mais três jogos marcaram a rodada do Campeonato da Amizade que acontece no campo da Associação. No primeiro jogo a EQUIPE 2 venceu a EQUIPE 6 por 4×2. A equipe 2 que tem o patrocínio da Retífica Querência e a equipe 5 tem o apoio do Supermercado Itaipu.

Na partida das 17:00 horas a EQUIPE 1 perdeu para a EQUIPE 3 pelo placar de 4×1. A Equipe 1 é comandada pelo LUIZ SCHUSTER e a 3 pelo LUIZ VEZARO.

No último jogo do dia, a EQUIPE 5 sob comando do ARIZINHO venceu de 2X1 da EQUIPE 7 dirigida por DEÓGENES.

Veja cenas da partida.

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EQUIPE 2 QUE VENCEU POR 4X2 E VOLTA JOGAR NA QUARTA-FEIRA. RESPONSÁVEL VANDERLEY MÓVEIS ARAGUAIA.

 

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EQUIPE 6 QUE TEM O COMANDO DO ALDIR DA INTERATIVA.

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Leonor marca o segundo gol do time 2 de vermelho no jogo de sábado na vitória por 4×2.

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Defesa milagrosa do goleiro do time 2 na vitória por 4×2 hoje no Campo da Associação.

CONFIRA A TABELA PARA A PRÓXIMA RODADA NA QUARTA-FEIRA:

19:45 TIME 4 (EVANDRO) X 5 (ARIZINHO)

20:40 TIME 1 (SCHUSTER) X 2 (VANDERLEY)

21:20 TIME 6 (ALDIR) X 8 (ALTAIR NUNES)

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CONHEÇA OS VENCEDORES DO CONCURSO MUNICIPAL DE COMBATE ÀS DROGAS.

FINALISTAS DO CONCURSO ESCOLAR MUNICIPAL DE PREVENÇÃO ÀS DROGAS/2008

 

 

1 – CATEGORIA DESENHO – EDUCAÇÃO INFANTIL

 

1º lugar: Pedro Henrique Tessaro Eidt – Centro de Educação Integrado de Querência – CEFIQUE

 

2º lugar: Daniel Dêividy Souza de Araújo – CMEI Pequeno Príncipe

 

3º lugar: Eliedson Gomes de Mello Becker – CMEI Mundo Encantado

 

 

2 – CATEGORIA FRASES – 1º CICLO DO ENSINO FUNDAMENTAL OU SÉRIES EQUIVALENTES

 

1º lugar: Carlos Eduardo Santos Fogaça – EMEB Alegria do Saber

 

2º lugar: Bianca Alves Carvalho Nominato – CEFIQUE

 

 

3 – CATEGORIA CARTAZ – 2º CICLO DO ENSINO FUNDAMENTAL OU SÉRIES EQUIVALENTES

 

1º lugar: Sildomar Luiz Rockenbach – Escola Estadual Querência

 

2º lugar: Marco Ângelo Menacho Herbas – EMEB Alegria do Saber

 

3º lugar: Gabriel Otávio de Ávila – CEFIQUE

 

 

4 – CATEGORIA HISTÓRIAS EM QUADRINHOS – 3º CICLO DO ENSINO FUNDAMENTAL OU SÉRIES EQUIVALENTES:

 

1º lugar: Letícia Gresele – Escola Estadual Querência

 

2º lugar: John Carlos Rocha Machado – EMEB Pingo D’Água

 

3º lugar: Thalita Menoncine – CEFIQUE

 

 

 

5 – CATEGORIA REDAÇÃO – ENSINO MÉDIO

 

1º lugar: Sayrone Ezequiel Smaniotto Richter – Escola  Estadual 19 de Dezembro

 

2º lugar: Taíza Sirena Junges – CEFIQUE

 

 

 

6- CATEGORIA PARÓDIA – EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS – EJA

 

Não houve inscritos nesta categoria.

 

SOLENIDADE DE ENTREGA DA PREMIAÇÃO DIA 22 DE NOVEMBRO A PARTIR DAS 19 HORAS E 30 MINUTOS.

 

ENCERRAMENTO DAS ATIVIDADES DO PROJETO CULTIVAR.

 

PAVILHÃO DA IGREJA CATÓLICA.

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FRIGORÍFICO FAZ COMUNICADO À POPULAÇÃO DE XAVANTINA E REGIÃO.


Nota de Esclarecimento – Nova Xavantina (MT)

O Independência S.A., em respeito à transparência que norteia suas atividades, vem a público esclarecer alguns fatos que vêm ocorrendo no município de Nova Xavantina (MT), onde a empresa possui uma unidade industrial.

Primeiramente foi registrada no início do mês de novembro uma mortandade de peixes no rio Areões, onde desemboca o Córrego Cachoeira, que é corpo receptor de efluentes do Independência e também um manancial de abastecimento de água. O Córrego Cachoeira é um corpo hídrico de médio porte e, para o lançamento de efluentes no mesmo, foi realizado um estudo, por meio do qual verificou-se sua capacidade em receber este despejo sem que houvesse qualquer dano à sua qualidade.

Diante do ocorrido, o Independência movimentou o quadro técnico ambiental e jurídico para a cidade de Nova Xavantina, a fim de averiguar e esclarecer a responsabilidade da empresa nos eventos da região.

A equipe esteve em contato com todos os representantes técnicos e administrativos do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA) e da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (SEMA), localizados em Barra do Garça (MT) que atende aos municípios da região, além dos técnicos do IBAMA em Brasília (DF) e Cuiabá (MT).

Após divulgação do relatório de vistoria técnica, realizado na unidade em 15 de novembro, o Superintendente do IBAMA suspendeu o embargo de atividade e a cobrança da multa. Assim, a unidade segue funcionando normalmente.

A fábrica de Nova Xavantina participa do Programa Efluente Zero, que utiliza efluentes tratados nas unidades da empresa para a atividade de fertirrigação, aproveitando os nutrientes remanescentes para a adubação de pastos.

Mesmo assim, pelos valores de transparência e coerência que sempre nortearam a companhia, o Independência decidiu lacrar o emissário de efluentes no Córrego Cachoeira, até a averiguação real dos fatos.

A companhia, ao agir desta maneira, prezando sempre pela verdade, está cumprindo com a sua obrigação na construção de um país ético, mais claro e mais limpo em todos os sentidos.

Índios
Nesta sexta-feira (21 de novembro), alguns índios Xavantes estiveram em frente à unidade do Independência, em Nova Xavantina. Eles não tinham conhecimento de que as autoridades competentes haviam suspendido o embargo e multa impostos a unidade.

A real causa da mortandade dos peixes no Rio Areões ainda não foi encontrada.
É importante ressaltar que, diferentemente do que foi divulgado, os índios não estavam armados com facões. Os representantes do frigorífico dialogaram com os índios e convidaram-nos para entrar na empresa e conhecer a estação de tratamento de efluentes da unidade. Tudo ocorreu em um clima de calma e sem nenhum tipo de atrito. Após a visita, os índios deixaram as dependências da empresa.

Atenciosamente,

Independência S.A.

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LULA PEDE AJUDA PARA PREFEITOS NA PRESERVAÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

Yara Aquino
Repórter da Agência Brasil 

 



Brasília – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva pediu hoje (21) o envolvimento dos prefeitos na preservação ambiental ao discursar na cerimônia de assinatura do decreto que regulamenta a Lei da Mata Atlântica.Lula disse que é preciso envolver os prefeitos para que eles sejam co-responsáveis no respeito à legislação em vigor. Para o presidente, é necessário “fazer da preservação ambiental uma atividade do prefeito e do poder local, ou a gente vai ficar correndo atrás”.

Ele disse que antes da próxima Marcha dos Prefeitos, evento anual em que os representantes dos municípios vêm a Brasília para entregar um documento com reivindicações ao presidente da República, irá encaminhar a eles a sua lista de reivindicações. No documento, estará presente a questão ambiental.

Segundo Lula, não se pode creditar apenas às estruturas do Estado a responsabilidade sobre a preservação ambiental. “A preservação ambiental não é uma obrigação do Ministério do Meio Ambiente, dos ambientalistas, tem que ser uma política nacional em que os 190 milhões de brasileiros estejam engajados” disse.

Ao lado dos ministros do Meio Ambiente, Carlos Minc, e da Agricultura, Reinhold Stephanes, o presidente disse que é preciso implantar “uma nova dinâmica” para a preservação do meio ambiente e destacou a importância da questão para o comércio brasileiro.

“Precisamos agir com mais rapidez e mais força agora porque a questão ambiental passa a se tornar uma vantagem comparativa para o Brasil que quer aumentar suas exportações.”

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TEMPORÃO VAI RECEBER COMISSÃO E ESTUDA MANTER CONVÊNIO COM UNIFESP

 

FONTE: WWW.ISA.ORG.BR

Os representantes dos Kisêdjê, Waurá, Ikpeng, Kamaiurá, Kawaiwetê e Trumai e serão recebidos pelo ministro José Gomes Temporão em audiência na próxima segunda-feira (24/11), no final da tarde, para tratar do atendimento à saúde no Parque Indígena do Xingu. Eles ocupam o escritório da Funasa em Canarana (MT) desde o dia 17/11.

 A informação foi dada na noite desta quarta-feira, 19 de novembro, pelos índios que ocupam o escritório da Funasa em Canarana (MT), desde o dia 17, depois de receber o convite para uma audiência com o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, para tratar de suas reivindicações. Foram as mulheres xinguanas que começaram o movimento em protesto contra a não renovação do convênio com a Universidade Federal de São Paulo pela Fundação Nacional da Saúde (Funasa) Leia mais.

“Recebemos um recado de Brasília que conseguiram marcar uma audiência para segunda-feira com o ministro da Saúde”, informou o cacique Mairawê Kaiabi. “Vamos para Brasília no domingo e esperar essa audiência na segunda-feira para termos certeza do que o ministro está falando sobre a continuidade do convênio com a Unifesp. A Funasa estava querendo prorrogar o convênio por mais quatro meses, mas entendemos que isso é uma forma de enrolar a gente. Se é preciso fazer uma transição, que se dê um tempo pelo menos até junho de 2009, foi o que pedimos”. As lideranças indígenas enviaram documento ao ministro, na noite desta quarta-feira deixando claro o que querem. (Leia o documento no final do texto)

“É uma vitória parcial, um começo de conversa”, diz o médico responsável pelo Projeto Xingu, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Douglas Rodrigues. “Há quatro meses, nós da Unifesp e os índios do Parque tentamos um diálogo. Chamamos a Funasa, mas ninguém apareceu”, conta. “Agora, vamos ouvir a posição do ministro, se há realmente vontade em manter o trabalho de 43 anos da Unifespna região”. O ministro Temporão, aliás, reconheceu publicamente o trabalho da Unifesp e até aventou a possibilidade de reproduzí-lo em outras comunidades indígenas.

Douglas Rodrigues acredita que não há necessidade de se prorrogar o convênio conforme proposto pela Funasa. “A solução é a contratualização, uma forma de relacionamento entre os hospitais universitários e o Ministério da Saúde, pelo qual se estabelecem metas e de acordo com elas e com a capacidade operacional do hospital se define uma quantia mensal. Dessa forma, não existem atrasos de repasse”, aponta o médico. Ele lembra também que outras formas de contratualização por meio de contratos de gestão com Oscips (organizações da sociedade civil de interesse público), por exemplo, podem ser utilizados em substituição ao modelo de assistência à saúde indígena.

“O modelo atual está esgotado e os indicadores são péssimos. É preciso haver um sistema diferenciado porque cada povo indígena tem a sua especificidade e assim o modelo de gestão tem de ser flexível e adaptado a cada realidade”, diz Rodrigues. “É preciso olhar com mais carinho as expertises que a Unifesp vêm desenvolvendo e que podem ser adaptadas a outras realidades indígenas”. Um bom exemplo dessas experiências é o curso de pós-graduação em saúde indígena que a Unifesp inagurou neste mês de novembro. De acordo com informações de Rodrigues, o ministro Temporão teria informado que na segunda-feira estaria com o Presidente Lula para propor a criação de uma secretaria específica para saúde indígena, vinculada diretamente ao ministério. A idéia da criação da secretaria é uma proposta que vem sendo discutida e foi colocada em reunião da Comissão Nacional de Política Indigenista (CNPI) em setembro.

 Canarana – MT 19 de novembro de 2008

Ilmo Dr. José Gomes Temporão Ministro da Saúde

Ilma Drª Cleusa Rodrigues da Silveira Bernardo Secretária de Atenção à Saúde/MS – Substituta

Ilmo Sr. Danilo Forte Presidente da FUNASA

Ilmo Sr. Wanderley Guenka Diretor do Departamento de Saúde Indígena – DESAI

Ilma Drª Déborah Macedo Duprat de Brito Pereira Subprocuradora-Geral da República

Prezados Senhores

Nós, lideranças Ikpeng, Waurá, Kisêdjê, Yudjá, Kamayurá, Kawaiwetê e Trumai, que estamos representando as comunidades do Pólos Base Pavuru, Diauarum e Wawi, viemos mais uma vez esclarecer que a FUNASA não está entendendo a gravidade da situação em trocar a entidade que presta serviços de atenção à saúde de nossas aldeias.

O atendimento hoje existente é fruto de uma parceria entre a população indígena e a UNIFESP, que ao longo de 43 anos soube aprender e respeitar as especificidades étnicas e culturais de cada povo.

Temos conhecimento do trabalho que é feito pela Associação Rondon com nossos parentes Terena, Kaingang, Guarani e Pataxó edas dificuldades de atendimento e falta de medicamentos ocasionando vários problemas para estes povos.

Portanto não aceitamos abrir mão da qualidade de atendimento que temos hoje.

Esclarecemos ainda que n´so lideranças que estamos a frente deste movimento, não nos responsabilizamos pela reação da comunidade caso os funcionários da Associação Rondon venham a executar o trabalho em área.

Esta questão é definitiva e não sujeita a diálogo.

Diante desta situação a comunidade aceita a prorrogação do convênio nº 009/2004 com a UNIFESP, desde que seu término seja em 30/06/2009. Este período servirá para ajustar a contratualização da UNIFESP.

Solicitamos que este documento seja acatado imediatamente em respeito às lideranças e aos povos acima citados.

Canarana- MT 19 de novembro 2008 (seguem-se assinaturas)

 

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EDITOR DO QUERÊNCIA HOJE ENTRA NA UNIDADE DA FUNASA INVADIDA EM CANARANA.

FOTOS E REPORTAGEM EXCLUSIVA DE HOMERO SERGIO PARA O QUERÊNCIA HOJE.

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A reportagem do portal QUERÊNCIAHOJE do município de Querência  teve acesso livre na casa que pertence a FUNASA com autorização de  lideranças indígenas das tribos Ikpeng, Kisedjê, Yudjá, Kamaiurá, Kawaiwete e Trumai que representam as comunidades dos Pólos Base Pavuru, Diauarum e Wawi onde estão retidos funcionários da FUNASA mas com liberdade de sair da casa  e voltar. A reportagem pode ver pelo menos 5 pessoas que estavam calmas e tomando café enquanto esperam a solução do impasse.

Segundo uma operadora  terceirizada que presta serviços de faz  e que saiu da casa, o trabalho continua normalmente. Ela estava assustada ao sair. mas confirmou que o clima era de paz no interior da casa.

Dentro da casa estão 135 pessoas e eles protestam contra o fim do convênio médico feito em parceria com a UNIFESP que já dura 43 anos que seria substituido pela Associação Rondon.

Ao liberar a entrada os líderes pediram ao Editor do portal QUERÊNCIA HOJE Homero Sergio que entrevistasse a mulheres que segundo eles são as mais prejudicadas com a interrupção uma vez que a UNIFESP teria todo conhecimento necessário para lidar com as especificidade étnicas e culturais dessas comunidades.

Eles pedem também a presença do Ministro da Saúde Temporão para que possam liberar os detidos.

Foi entregue também um documento aos jornalistas onde eles pedem para não trocar o atendimento pois não querem abrir mão da qualidade do atendimento que hoje recebem.

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Índias “Guerreiras” reunidas no interior da casa invadida da FUNASA em Canarana.

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São 135 índios no interior da casa.

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Editor do QUERÊNCIA HOJE no interior da casa com as “GUERREIRAS” após entrevista.

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ÍNDIOS DO XINGU OCUPAM ESCRITÓRIO DA FUNASA EM CANARANA.

Sara Nanni/ISA

Cerca de 130 índios de cinco etnias do Parque Indígena do Xingu protestam contra o fim do convênio entre a Funasa e a Unifesp e exigem que o Ministro da Saúde, José Gomes Temporã,o se posicione sobre o futuro da saúde indígena.
     
     O início de um protesto, organizado pelos índios do Parque Indígena do Xingu (PIX), marcou a manhã de hoje, 18, no escritório da Fundação Nacional de Saúde (Funasa), no município de Canarana, no Mato Grosso. Cerca de 130 indígenas das etnias Kisêdjê, Ikpeng, Kamaiurá, Yudjá e Kaiabi, reivindicam melhorias no atendimento dispensado aos povos indígenas na área da saúde, e querem esclarecimentos sobre o fim do convênio entre a Fundação Nacional de Saúde (Funasa) e a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), responsável pelo Projeto Xingu. Eles também reclamam que os povos indígenas e a Unifesp não foram consultados sobre as medidas tomadas pelo governo. Há 43 anos, a equipe da universidade presta atendimento aos índios do Parque e é considerada referência na assistência à saúde indígena no Brasil. É de estranhar, portanto, que o governo não tenha levado em consideração a qualidade dos serviços prestados ao longo de tantos anos.
     
     A continuidade do trabalho da Unifesp ficou inviabilizada por um decreto assinado em 25 de julho deste ano, pelo Presidente Lula, que impede a assinatura de convênios com entidades dirigidas por servidores públicos federais. A Funasa, de sua parte, parece não ter buscado alternativas para manter a equipe da Unifesp no atendimento aos índios do Parque e abriu edital em outubro último. Escolheu a Associação Nacional dos Rondonistas, que deverá cuidar do Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI) do Xingu. Em notícia publicada no site da Unifesp sobre o fim do convênio, o médico Douglas Rodrigues, coordenador do Projeto Xingu, afirma que uma forma de dar continuidade ao trabalho da Unifesp seria incluir os recursos atualmente destinados ao projeto no pacote de serviços contratados pelo governo junto ao hospital-escola da instituição.
     
     O cacique Mairawê kaiabi, que coordena o protesto, disse que os funcionários do escritório da Funasa em Canarana não poderão sair até que todas as indagações dos índios sejam respondidas e que o Ministro da Saúde, José Gomes Temporão, seja informado das suas reivindicações. “Há uma demora em resolver o problema do Xingu e a Funasa vem adiando isso. Queremos falar com o ministro para que ele saiba o que nós estamos precisando, e para discutir com ele o problema do fim do convênio com a Unifesp. Não queremos que a Unifesp saia do Parque. Nós estamos revoltados com isso”.
     
     Mairawê enfatizou a necessidade de discutir outros problemas que também afetam a saúde indígena e não tem a ver com o atendimento da Unifesp, como a falta de medicamentos e transporte dos pacientes doentes para os hospitais e a ineficiência no repasse de recursos. O cacique informou que o protesto está sendo liderado pelas mulheres indígenas, que, segundo ele, são as que mais sofrem com a precariedade dos serviços de saúde: “Nós, homens, estamos apenas acompanhando as mulheres aqui, porque são elas que vêem os filhos sofrerem por falta de atendimento”. A idéia do protesto em Canarana teve início no V Encontro de Mulheres Xinguanas, que reuniu mais de 200 mulheres no Posto Indígena Pavuru, na primeira semana de novembro. (link NSA)

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GRUPO MAGGI GANHA PRÊMIO DE RESPONSABILIDADE SOCIAL EM RONDONÓPOLIS.

O prêmio ACIR de Destaque Empresarial 2008, realizado pela Associação Comercial, Industrial e Empresarial de Rondonópolis (MT), realizou um grande evento no dia 14 de novembro, para premiar os destaques nos mais variados segmentos empresariais. A edição desse ano teve duas novidades que foram o “Prêmio Empresário do ano” e “Prêmio Responsabilidade Social”. O Grupo André Maggi foi indicado pelas entidades do município, como a empresa que mais desenvolve ações na área social, e por isso conquistou o “Prêmio Responsabilidade Social”. 

Integrantes da equipe da área de Responsabilidade Social, Recursos Humanos e Comunicação foram os representantes do Grupo no evento de premiação. O reconhecimento público das ações sociais da empresa, de acordo com a Supervisora de Desenvolvimento Social e Secretária Executiva da Fundação André Maggi, Juliana Lopes, confirma os resultados positivos alcançados. 

“Em Rondonópolis apoiamos algumas instituições sociais, mantemos um grupo de coral e outro de ballet, damos assistência a três creches, distribuímos gratuitamente a bebida a base de soja para crianças carentes, entre outras ações pontuais. Temos certeza que fazemos à diferença na vida dessas pessoas e essa premiação é um reconhecimento dessas ações”, comenta Juliana. 

Além das atividades em Rondonópolis, a Fundação André Maggi realiza a Seleção Pública de Projetos, Programa de Apoio e Programa de Complementação Alimentar que atende a comunidade de vários outros municípios em que o Grupo atua, nos estados de Mato Grosso, Rondônia e Amazonas.