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TÉCNICO DO VASCO É INTERNADO COM AVC DURANTE O CLÁSSICO. ESTADO É GRAVE.

REPRODUÇÃO: HOMERO SERGIO.

O estado de saúde do técnico Ricardo Gomes, do Vasco, é grave. Ele passou mal durante o clássico contra o Flamengo neste domingo, no Engenhão, e foi encaminhado para o  Hospital Pasteur, na Zona Norte do Rio.  De acordo com o primeiro boletim médico, o treinador vascaíno sofreu um acidente vascular encefálico (AVE) com hemorragia.

Foto: Marcelo Regua / Agência O Dia
Médico do Vasco aguarda chegada da ambulância | Foto: Marcelo Regua / Agência O Dia

Esta não é a primeira vez que Ricardo Gomes sofre de problemas desse tipo. Quando ainda estava no comando do São Paulo, Ricardo Gomes teve uma vasculite, que é considerado como um pequeno AVC (acidente vascular cerebral). Na ocasião, ele precisou ficar internato após o clássico contra o Palmeiras, em partida válida pelo Campeonato Paulista. O médico Clóvis Munhoz falou como foi realizado o procedimento para atenter o técnico vascaíno. 

“Ele foi atendido pela equipe médica de emergência que estava de plantão aqui no centro médico do Engenhão. Ele teve um quadro de aumento de pressão por causa do nervosismo e imagino que ele tenha um quadro de isquemia transitória, que a gente só vai poder saber a gravidade após os exames”, afirmou o médico, que rechaçou que o problema esteja ligado com o que ocorreu no ano passado.

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FESTIVAL DA CANÇÃO: VAI COMEÇAR OS ENSAIOS, CONFIRA AS DATAS.

Datas e Horários dos Ensaios para o VI Festival da Canção de Querência
Local: Salão da Igreja Católica Imaculada Conceição

Terça feira 30 de agosto de 2011 a partir das 18:30 horas

Alanna Pricila Alves
Anne Mayara Rodrigues Souza
Cindy Talita Jacoby
Cleiton da Silva Teixeira
Dieison Pablo Silva Dalbello
Douglas Junior Lopes da Silva
Eliel dos Santos Cardoso
Eloir Ribeiro da Silva
Erivaldo da Cunha Santos
Eudismar Martins Oliveira e Jorge Martins Correia

Quarta feira 31 de agosto de 2011 a partir das 18:30 horas

Fabrício Mello dos Santos
Ewerton Luciano Bay
Jefferson Rodrigues Sartori
Jessé dos Santos Cardoso
Letícia Gresele
Natália Cristina Moura Borges
Fábio Júnior Cabianca Marques
Giovani de Aguiar e Micael Lucas dos Santos
Hermes Andrade de Campo
Jairon Costa Brito

Quinta feira 01 de setembro de 2011 a partir das 18:30 horas

Larissa Dutra Meneghetti
Márcio Alberto de Almeida
Nalba Dorneles Brum e Carlos Cesar Silva Jardim.
Orlando César Rodrigues Lopes Saylles
Roberta de Souza e Heloisa
Nathiély Talita Hohn Faccio
Renata Souza de Anhaya

Sexta feira 02 de setembro de 2011 A partir das 14:00 horas

Jouseano da Silva Souza
Oderci Dultra de Oliveira e seu filho
Rosana Maria Pereira Reis
Wilson Joares de Sousa
Isa Carla Santana Quixabeira
Kaio Henrique Reis de Souza
Luinara Alves
Samila Campos Alves

Obs.: A ordem dos ensaios de cada dia ficará a critério da Banda Sinais.
Qualquer dúvida referente à data e horário dos ensaios, favor ligar na SEMEC em horário comercial, falar com Valdimara.

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LOTÉRICA QUERÊNCIA INFORMA: 38 – 42 – 44 – 52 – 58 – 60. PRÊMIO ACUMULA E DEVE PAGAR R$ 63 MI.

Nenhuma aposta acertou as seis dezenas do concurso 1.314 da Mega-Sena, sorteadas na noite deste sábado, e o prêmio acumulou.

Segundo estimativa da Caixa Econômica Federal, o próximo concurso, que será realizado na quarta-feira (31), pode pagar R$ 63 milhões.

Os números sorteados em Paraguaçu (MG) foram: 38 – 42 – 44 – 52 – 58 – 60.

Ao todo, 122 apostas acertaram a quina e devem levar R$ 27.514,75 cada um. Outras 7.797 apostas levaram a quadra e ganharão R$ 615,03 cada uma.

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MORRE DIRETOR DE REDAÇÃO DE O GLOBO AOS 49 ANOS NO RIO.

De uma família de jornalistas consagrados, Rodolfo era filho de Hélio Fernandes, sobrinho de Millor e irmão da foto-jornalista Ana Carolina Fernandes.

O jornalista Rodolfo Fernandes morreu hoje na Clínica São Vicente (zona sul do Rio), aos 49 anos. Ele sofria de esclerose lateral amiotrófica (ELA), doença neurológica fatal que provoca lesões musculares progressivas. Era o diretor de redação e o editor responsável do jornal “O Globo”. Apesar da gravidade da doença, que o acometia havia dois anos, a morte de Rodolfo pegou de surpresa os parentes e os colegas do diário carioca. Ele havia trabalhado na redação na quinta-feira passada.

Filho do jornalista Hélio Fernandes, de 90 anos, Rodolfo era casado com Maria Sílvia Bastos Marques, ex-executiva do Banco Icatu, ex-secretária de Fazenda da cidade do Rio e presidente da Empresa Olímpica Municipal, criada pela prefeitura com a função de coordenar os projetos para os Jogos Olímpicos a serem disputados no Rio em 2016. Do primeiro casamento, com Sandra Fernandes, o jornalista deixa dois filhos, Felipe e Letícia. Irmão mais novo de Hélio Fernandes, o jornalista, escritor e dramaturgo Millôr Fernandes era seu tio.

Aos 16 anos, ainda estudante, Rodolfo Fernandes decidiu seguir a carreira do pai e do tio. Ingressou na “Tribuna da Imprensa”, o combativo jornal de Hélio Fernandes, como estagiário e repórter. Mais tarde, transferiu-se para Brasília, onde se destacou na cobertura da transição do regime militar para o civil no “Jornal do Brasil’, “Jornal de Brasília”, “Última Hora” e “Folha de S. Paulo”. Foi repórter atuante no acompanhamento do cotidiano da Presidência da República e do Congresso Nacional.

Rodolfo Fernandes trabalhava em “O Globo” havia 22 anos. Inicialmente, na Sucursal de Brasília, onde exerceu as funções de coordenador de política e chefe de redação. De volta ao Rio em 2000, assumiu a editoria de Política. No ano seguinte, tornou-se chefe da redação.

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GANHE A ELEIÇÃO PARA VEREADOR COM APENAS R$ 10,00. É O QUE PROMETE O EX-DEPUTADO ÍNDIO DA COSTA.

Bruno Boghossian, de O Estado de S.Paulo

Por uma taxa de R$ 10, o ex-deputado Indio da Costa promete formar candidatos qualificados para disputar vagas nas Câmaras Municipais brasileiras em 2012. O futuro presidente do PSD no Rio mandou espalhar 65 outdoors pela capital fluminense para anunciar o curso Seja Vereador. Em três horas de aula, ele espera passar noções de atividade legislativa, administração pública municipal e mostrar aos alunos “como ganhar uma eleição”.

“Nosso objetivo é elevar o nível da política brasileira. A ideia é atrair pessoas novas, que nunca militaram politicamente e têm capacidade de gerar voto”, explica Indio, que foi vereador, deputado federal e candidato a vice na chapa do tucano José Serra na campanha presidencial do ano passado.

O site do curso sejavereador.org.br) convoca líderes comunitários, estudantis e de movimentos sociais, e promete ensinar “o passo a passo para a vitória”. A página informa que a taxa de R$ 10 é simbólica e coffee breaks serão oferecidos nos intervalos das apresentações.

“O valor é simbólico, uma taxa para evitar que apareçam pessoas que não têm nenhum interesse político”, explica Indio.

Os seminários serão usados para arregimentar candidatos para o PSD, em processo de formação. Um instituto coordenado por Indio será o organizador do curso, mas o novo partido passará a conduzir os seminários depois que for criado oficialmente.

Um projeto piloto começa em setembro, no Rio, e vai até 4 de outubro – três dias antes da data-limite de filiação de candidatos para as eleições de 2012. O ex-deputado garante que os alunos serão livres para decidir se querem se filiar ao PSD e afirma que o curso será aberto a políticos de outras legendas.

“Se vierem quatro ou cinco pessoas novas (para o partido), é um avanço”, avalia Indio da Costa. “Não queremos buscar quem já está na política e tem um eleitorado que não passa de 5 mil votos. Buscamos uma oxigenação.”

No Rio, os outdoors do curso serão expostos principalmente nas zonas norte e oeste, onde estão concentrados bairros populares e a maior parte da população da cidade. Relator do projeto da Lei da Ficha Limpa, Indio cobra dos futuros alunos um passado sem condenações na Justiça.

“Amar o Rio, querer conhecer política e ser ficha limpa são os únicos pré-requisitos que você precisa preencher”, escreveu o ex-deputado no site do curso. As aulas serão levadas a outros Estados após a criação do PSD. Indio diz que conversou com o vice-governador Guilherme Afif Domingos para levar os seminários a São Paulo. O objetivo é preparar para a campanha os que já estiverem filiados ao partido.

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SEMEC E PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO DE QUERÊNCIA SELAM ACORDO.

NA PRESENÇA DO PREFEITO FERNANDO GORGEN A SECRETÁRIA DE EDUCAÇÃO JANET THOMAS APRESENTOU OS NÚMEROS E OS AJUSTES PARA GARANTIR A REPOSIÇÃO SALARIAL DE 10% JÁ EM SETEMBRO E MAIS 4% EM MARÇO DE 2012, TOTALIZANDO 14,04%

Fotos: Homero Sergio

Os profissionais da educação do município de Querência reunidos em assembléia na escola Alegria do Saber após cerca de um mês de negociações, aceitaram a proposta de reposição feita pela Secretaria de Educação em acordo com comissão dos professores para uma reposição de 10% mais 4 em 2012.

O prefeito Fernando Gorgen, a secretária de Ação Social Juliana participaram do encontro onde a secretária Janet expôs os números, assim como os limites impostos pelo orçamento. O vereador Luiz Vezaro também participou do encontro como membro da comissão de educação do poder legislativo.

De acordo com a professora Janet, a iniciativa dos profissionais de educação de criarem uma comissão representativa para negociar com o poder executivo, foi de fundamental importância.

O acordo agora vai como projeto de lei para a Câmara que deverá ser aprovado após análise para que o aumento seja liberado ainda na folha de setembro.

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EXCLUSIVO: VEJA O CENÁRIO APÓS INTENSO INCÊNDIO QUE DEVASTOU ALDEIA NGOJHWÊRÊ.

Cacique Kuiussi, diante da sua comunidade com aldeia destruída pelas chamas, diz que o fogo foi como um inimigo que destruiu a sua aldeia e foi embora.
A Aldeia ficou conhecida no mundo quando a top model Gisele Bündchen gravou um comercial no local.

FOTOS: Ianukulá Kaiabi Suiá

A aldeia Ngojwêhere está localizada na Terra Indígena Wawi, conhecida também como Região Leste Xingu, anexa ao Parque Indígena do Xingu. É a principal e maior aldeia do povo Kisêdje, com a população em torno de 370 pessoas.

No dia 18/08/2011, um incêndio iniciado por volta das 13:40h, destruiu mais da metade das casas da aldeia. Constatado a gravidade do ocorrido, o coordenador Nhonkoberi Suya e o substituto Ianukulá Kaiabi se deslocaram até o local e registraram a situação conforme o relato que segue abaixo.

O cenário do incêndio

No dia em que ocorreu o incêndio o Cacique Kuiussi Suyá estava de passagem com sua família na cidade de Canarana. A notícia obrigou-o a retornar juntamente conosco para aldeia.

Chegando por volta das 20:00 h, a primeira impressão que tivemos, logo na entrada da aldeia, era que não havia mais uma aldeia e sim um grande acampamento em circulo. Pilares das casas ainda estavam em chamas em meio à escuridão. Destacavam-se também as fogueiras das famílias desabrigadas, acampadas próximas as arvores onde puderam armar algumas redes que restaram.

Na manha seguinte pudemos observar a dimensão do que foi destruído. Das 26 casas que formavam o circulo da aldeia, restaram apenas nove em pé (fig.1). 17 casas destruídas, 190 pessoas desabrigadas. Das casas queimadas não restaram absolutamente nada a não serem alguns materiais em aço que resistiram ao fogo como bicicletas, ferramentas, canos de espingardas, facões, foices, machados todos encurvados e sem condições de reutilização.

Visitando cada família acampada ouvimos relatos de quão rápido o fogo se propagou não dando a menor chance de retirarem os pertences de dentro das casas.

Segundo as informações o incêndio se originou de uma queimada de lixo no dia anterior, mas foi monitorada até o processo final e apagada. Possivelmente uma brasa que permaneceu no solo voltou a incendiar com a ventania do dia seguinte e só foi notado quando tomou proporção maior. Moradores da casa próxima combateram o inicio de incêndio quando ainda se concentrava nos capins e pomares há uns 40 metros da casa. Contam que, de repente, ouviram pessoas gritando que a casa estava pegando fogo. “Tudo foi rápido.

Em meio a ventania surgiram redemoinhos que disseminou o fogo para as casas vizinhas atingindo volumes cada vez maiores. Moradores subiram na tentativa de apagar o fogo dos telhados de palha, mas o calor era insuportável”, conta Winti Suyá.

Houve pânico geral na aldeia quando o fogo, seguindo os redemoinhos e as direções do vento que mudavam constantemente, foi atingindo as casas. Os pertences que foram retirados e colocados mesmo a uma distância de 30 metros pegaram fogo pela intensidade do calor das chamas. As tentativas de apagar os incêndios pararam quando se começou a ouvir as munições das espingardas disparando em choque com o calor. “não valia mais a pena arriscar as nossas vidas”, disseram os moradores.

Após registrarmos as imagens do local e ouvirmos os relatos, o cacique Kuiussi mandou convocar uma reunião. E debaixo das sombras de uma mangueira reuniu os moradores para planejarem o rumo que a comunidade irá seguir de agora em diante. O cacique expressou a todos a sua lamentação pelas perdas materiais das famílias, mas ressaltou que a sua maior preocupação era com a integridade física das pessoas e estava aliviado por saber que não houve nenhum ferido. Homens e mulheres contaram os prejuízos, mas concordaram com o líder de que a vida dos maridos, esposas, filhos e netos era o mais importante. “perdi a minha casa, mas posso construir um novo” encorajou Pecorró. “Perdi rede, arcos, flechas, remos cocares, meus enfeites” lamenta outro. Kuiussi, após ouvir a todos, comunica que está confiante de que há muita gente que irá ajudar a sua comunidade a se reerguer. Informa que já tem uma estimativa das perdas. “A perda é grande, não poderemos repor tudo para as famílias, mas já temos a lista de materiais prioritários”. Vamos enviar para as Ongs, Orgãos do governo e pessoas que queiram nos ajudar”.

Kuiussi se referia a lista de materiais considerados emergenciais, levantados com ajuda dos membros da Associação AIK, funcionários da saúde e da CR_Xingu. A relação contem ferramentas para construção de casas, ferramentas para roça, recipientes para fabricação de alimentos e materiais para levantamento de acampamentos.

O Cacique Kuiussi, diante da sua comunidade com aldeia destruída pelas chamas, diz que o fogo foi como um inimigo que destruiu a sua aldeia e foi embora.  E ressalta que isso sirva para todos como uma lição e que como um inimigo deve ser levado a sério, ser vigiado e deve ser pensada uma forma de prevenção para que outros incidentes como essa não se repita. Lembrou aos jovens do grupo de brigadista indígena em formação, que o ocorrido foi uma experiência para eles, que combater fogo envolve seriedade porque coloca em risco a vida das pessoas. Em seguida informa a todos sobre a sua proposta para toda a comunidade. “Mandei chamar todos vocês porque tomei uma decisão sobre a nossa aldeia.

Como vêem a maior parte da aldeia está destruída. Não é mais da minha vontade permanecer aqui, estou propondo abertura de uma nova aldeia, peço a opinião de todos.” O cacique não estava propondo uma mudança para outra região, mas a abertura de uma nova aldeia há300 metros, na direção oeste da  atual aldeia. A proposta foi aceita e aprovada por unanimidade e o cacique encerrou a reunião.

 O objetivo de abrir uma nova aldeia é se livrar de alguns problemas que atual aldeia apresentava como enxurradas facilitadas pelo terreno inclinado que possibilitava a entrada das águas dentro das casas. A nova aldeia será projetada num terreno mais plano. E o mais importante, o circulo da nova aldeia seria bem maior, de modo que as casas sejam construídas numas distancias consideráveis como estratégia de segurança contra incêndios. Na aldeia atual as casas destruídas tinham distancias entre5 a10 metros, mesmo que os Kisedje quisessem construir em distancias seguras o espaço do circulo da aldeia não suportava mais casas, o que levou algumas famílias a construírem as casas nos espaços que era possível.

A conversa sobre a abertura da nova aldeia trouxe novos planos para a comunidade. Resgatou ânimo e coragem das pessoas para se reerguerem mesmo a reunião acontecendo ao lado de casas ainda enfumaçando.

O incidente ocorrido na aldeia Ngojwêhre foi a de maior volume este ano, mas é um problema cada vez mais freqüente em época de rio baixo (junho a Agosto)  nas aldeias do Xingu. Os xinguanos estão se conscientizando que o manejo do fogo não é mais como antigamente. Cada vez mais as chamas estão ficando mais difíceis de serem controlados. Sentem e sabem que algo está mudando, tudo está mais seco. “Estão acompanhando as mudanças do clima aqui  e no mundo. Antes, nós tocávamos fogo e logo apagava, hoje não está acontecendo isso.” Diz o cacique.

Os kisêdje estão confiantes que terão apoio dos seus parceiros institucionais e pessoas amigas. E esse apoio terá que vir com urgência. As famílias que não tiveram suas casas atingidas pelas chamas acolheram os seus parentes ao máximo que puderam e as casas estão lotadas. Mas muitas famílias estão acampadas ao ar livre. Nessa época faz muito frio de noite no Xingu e muitos estão se agasalhando insuficientemente com o que restou das roupas e cobertores. De dia ficam a mercê do sol e logo virá a época da chuva. Enfim, a condição que estão expostas as famílias desabrigadas, podem comprometer a saúde dessas pessoas inclusive de inúmeras crianças que estão entre elas.

Por: Ianukulá Kaiabi Suiá CR_Xingu/Funai-MT.

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FOGO NA ALDEIA: ÍNDIO MANDA CARTA TRISTE PARA ENFERMEIRA DO CASAI.

O terrível incêndio que se abateu sobre a Aldeia Ngojhwere dos índios Kêsdjê deixou marcas pelas perdas materiais que afetou pelo menos 200 pessoas.
Um desabrigado escreveu e mandou para a Casa do Índio em Querência uma pequena carta endereçada à enfermeira Iris que retrata a tristeza do ocorrido.

25 de agosto de 2011 – terça feira

Bom dia

Estou escrevendo para este carta para você.
Como vai, tudo bem com você?
Comigo está tudo bem aqui. Só minha casa queimou tudo, eu fiquei muito triste e perdeu muito minha coisa.
Eu fiz a sua pulseira, queimou também. Então era isso eu queria dizendo para você.

Um abraço Mbentykrari K Suiá.

Para enfermeira Iris.