QUERÊNCIA HOJE

PORTAL DE NOTÍCIAS DE QUERÊNCIA – A CIDADE, A REGIÃO, O MATO GROSSO, O BRASIL E O MUNDO – EDITOR : HOMERO SERGIO DE MOURA – DESDE 2007.

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Faça picolés e dê um gelo no calor

vale mais

Outono chegou e o calor tá pior que no verão… Socorro! Hora de relembrar um dos posts mais procurados do blog!

Nada melhor que um picolé prá aplacar este calor escaldante, nénão? Então o negócio é pegar aquelas frutas que você gosta e fazer um picolé em casa.

Também pode misturar com leite e iogurte para fazer alguns cremosos _e valem as versões sem lactose. Vai ficar gostoso do mesmo jeito, você vai ver.

Picolés à base de iogurte desnatado - com ameixa, com damasco, misto ameixa e damasco, e damasco com mirtilos inteiros Picolés à base de iogurte desnatado – com ameixa, com damasco, misto ameixa e damasco, e damasco com mirtilos inteiros

Forma para picolés, palitos e mixer Picoleteira, palitos e mixer

Maõs à obra: vai ser moleza, inda mais porque vale mais dá o passo a passo aqui. Optamos por picolés saudáveis: 0 gordura e 0 açúcar e alguns com 0 lactose.

Frutas frescas e no ponto Frutas frescas e no ponto

Leites e iogurte Iogurte e leite, várias opções

Gostou? Seu picolé vai ficar beeeeem mais barato que as paletas…

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ZIKA – Saiba como se prevenir e se tratar da doença

vale mais

Você sabe quais os sintomas da doença provada pelo vírus Zika? Sabe que cuidados tomar? E se estiver grávida? E como evitar que filhos, sobrinhos, afilhados ou netos sejam picados pelo Aedes aegypti? O que fazer se achar que uma criança estiver com algum sintoma?

vale mais traz informações importantes para sua saúde e de toda a sua família!

Conheça a doença causada pelo vírus Zika com a OMS Conheça a doença causada pelo vírus Zika com a OMS

Em primeiro lugar saiba que a doença é nova. É natural que não saibamos mesmo muita coisa sobre a doença que vem da picada do Aedes aegypti que carrega o vírus. Ah, não esqueça:  esse mosquito também transmite a dengue, febre Chikungunya e febre Amarela.

vale mais publicou:

+ VÍRUS ZIKA, DENGUE – Ataque de repelente contra o Aedes aegypti

+ ZIKA, DENGUE – Mosquiteiro garante sono protegido do Aedes aegypti

+ Helloou!! Saiba se prevenir contra a dengue

Todo já…

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GOVERNO DO ESTADO E PREFEITURAS UNIDOS NO COMBATE À DENGUE.

O Governo do Estado apresenta na quarta-feira (20.01) o Plano Emergencial de Enfrentamento à Dengue, Chikungunia e Zika vírus, às 14h, no Cenário Rural, em Cuiabá. Na ocasião, será assinado o termo de cooperação entre Estado e prefeituras, o qual vai auxiliar o trabalho realizado pelos agentes comunitários de saúde e agentes de combate a endemias.

O evento contará com a presença do governador Pedro Taques, secretários de Estado e servidores. Entre as ações apresentadas está o repasse de R$ 20 milhões aos municípios, que serão aplicados em ações de combate ao mosquito. Tem ainda o incentivo financeiro adicional aos agentes comunitários de saúde e de combate a endemias para estimular e intensificar o desenvolvimento de ações voltadas ao combate do vetor.

Números

Mato Grosso registrou 29.396 casos de dengue em 2015. O aumento foi de 150,6% em um ano, se comparado ao mesmo período de 2014, quando 11.729 casos foram notificados.

Trinta e dois municípios tiveram casos de chikungunya notificados no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), totalizando 207 casos durante o ano de 2015.

Em relação ao zika vírus, 1.815 amostras biológicas foram encaminhadas ao Laboratório Central de Saúde Pública do Mato Grosso (Lacen) para diagnóstico diferencial. Deste total, 39 amostras foram liberadas com 14 exames positivos. Entre as cidades que apresentaram mais casos estão Várzea Grande (1.424 casos), Cáceres (1.024 casos) e Chapada dos Guimarães (250 casos).

O estado já tem 134 casos suspeitos de microcefalia, registrados em 14 municípios.


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POSTAGENS EM REDE SOCIAL LEVA PREFEITO EMITIR COMUNICADO E SUSPENDER ATIVIDADES.

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Tudo começou com uma postagem na página de uma vereadora de Querência que é vice-presidente da Câmara.

A informação dava conta de uma determinação do TCE-MT para devolução de recursos. Hoje pela manhã, a reposta veio também na página oficial do município com o título de NOTA DE ESCLARECIMENTO DO PREFEITO GILMAR WENTZ

Nota de Esclarecimento do Prefeito Gilmar R. Wentz

Prezados Querencianos, servimo-nos da presente para prestar esclarecimentos quanto a alguns pontos que tem sido noticiado nas redes sociais.
O Tribunal de Contas, através do oficio nº878/GAB-DN/2015 entendeu que o pagamento realizado mensalmente às Instituições Adesque R$ 3.500,00 e Associação Esporte Clube Setor B R$ 3.000,00, referente a locação dos espaços para desenvolvimento de atividades esportivas e recreativas, seriam preços superiores aos praticados no mercado, portanto em desacordo com a norma constitucional, tendo assim que devolver o montante de R$ 30.309,00 aos cofres públicos, com recursos pessoais. VEJA NOTA AQUI

Em consequência disso, várias atividades de cunho educacional e social estarão suspensas por tempo indeterminado conforme diz a nota.

A assessoria de imprensa informou ao QUERÊNCIA HOJE que devido à problemas de internet, a nota ainda não está postada no site oficial da cidade, que é o que determina a transparência.


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CONSELHEIROS TUTELARES DE QUERÊNCIA TOMAM POSSE NA CIDADE.

Com a presença de autoridades e representantes dos movimentos sociais de Querência, tomaram posse hoje em Querência os 5 novos conselheiros tutelares e já começam a atuar no atendimento das demandas sociais do município. Vale registrar que a posse de conselheiros aconteceu hoje em todo Brasil. A atuação dos novos conselheiros tem início imediato, logo após a posse.

EMPOSSADAS:

As Conselheiras Eleitas fizeram seu juramento de posse e na sequência receberam o diploma das mãos das autoridades presentes.

Candidatos:

Conselheiras: Neusirene Dias da Silva, Maria da Guia, Zélia Delphin, Glaúcia Santos, Lea Vieira.

Suplentes: Maria Sebastiana Araújo, Cleusa Moura, Romilda Sgarbossa, Carlos Antônio Sousa, Jolcinei Moreira.

CONFIRA MOMENTOS DO EVENTO QUE ACONTECEU NA SECRETARIA DE AÇÃO SOCIAL.

FOTOS DE WILLIAN OLIVEIRA.

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MAIS INFORMAÇÕES EM INSTANTES.

 


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SINDROME METABÓLICA AFETA ÍNDIOS DO MT.

66% dos índios em reserva Xavante sofrem de obesidade, diabetes e doença coronariana.

O consumo de alimentos industrializados – principalmente refrigerantes – e o sedentarismo têm causado um aumento expressivo nos casos de Síndrome Metabólica entre os índios xavantes das reservas de São Marcos e Sangradouro/Volta Grande, ambas no Mato Grosso.

Entre a população total de 4.065 indivíduos das duas reservas, foram estudados 932 índios com 20 anos ou mais. Destes, 66,1% apresentaram Síndrome Metabólica, definida como uma condição na qual os fatores de risco para doenças cardiovasculares e diabetes mellitus ocorrem em um mesmo indivíduo.

Os seus principais componentes são obesidade abdominal, hipertensão arterial sistêmica, dislipidemia e distúrbios do metabolismo da glicose. É o que revela uma pesquisa publicada no periódico Diabetology & Metabolics Syndrome. O trabalho faz parte da tese de doutorado da Profa. Luana Padua Soares, do curso de Nutrição da Universidade Federal de Uberlândia (UFU), apoiada pela FAPESP.

Entre as mulheres a incidência de Síndrome Metabólica é mais elevada. Nada menos do que 76,2% das índias que participaram do estudo têm a doença, contra 55,6% dos homens. De acordo com a pesquisadora, “a obesidade abdominal parece ter um papel fundamental na gênese da Síndrome Metabólica. Nesse sentido, a elevada prevalência de excesso de peso entre as mulheres xavantes poderia ser um dos fatores que justificam as elevadas prevalências de SM no sexo feminino. Embora não tenha sido objeto do nosso estudo, percebe-se também que as mulheres apresentam níveis menos intensos de atividade física”.

Sedentarismo é uma das possíveis explicações para a grande incidência de Síndrome Metabólica entre os xavantes. Não é a única. Acredita-se que a principal razão para o elevado número de casos de obesidade, diabetes mellitus e outras doenças é a mudança dos hábitos alimentares, com aumento do consumo de alimentos industrializados, especialmente de refrigerantes e outros alimentos ricos em açúcares. “No entanto, no meu entendimento, muitos dos xavantes ainda não têm conhecimento da dimensão do problema e dos riscos que esse perfil representa para a saúde dos indígenas”, diz Luana.

Segundo a pesquisadora, dados de 1999 a 2004 mostram que os xavantes apresentam elevados níveis de mortalidade (11,4 óbitos por mil habitantes), especialmente no primeiro ano de vida (96,7 óbitos de crianças menores de 1 ano por mil nascidos vivos). “São valores bastante superiores às médias da população brasileira. A expectativa de vida era aproximadamente 61,7 anos, ou seja, próximo do valor médio encontrado para o Brasil 27 anos atrás.”

Estratégia de prevenção

Para tentar reverter o quadro atual de Síndrome Metabólica entre os xavantes, segundo Luana, é preciso que sejam pensadas estratégias de prevenção e controle do excesso de peso e das alterações metabólicas, considerando as especificidades étnicas, culturais, antropométricas e de estilo de vida. “O retorno às práticas antigas e mais saudáveis é uma das alternativas, mas certamente é um processo bastante complexo e difícil. Isso porque as mudanças nos hábitos alimentares e na prática de atividade física que ocorreram entre os xavantes foram consequência de uma série de fatores, tais como mudanças socioeconômicas, culturais e ambientais, contato com a sociedade não índia, restrição territorial e esgotamento dos recursos naturais, comprometimento das atividades de subsistência, redução da diversidade alimentar, dentre outros.”

Mas será que o caso do grupo Xavante é isolado ou faz parte de um quadro epidemiológico maior? “Não há muitos estudos no Brasil sobre a prevalência de Síndrome Metabólica em populações indígenas”, diz a pesquisadora. “A prevalência que mais se assemelha à encontrada entre os Xavante foi verificada entre os Kaingangs e Guaranis, no Rio Grande do Sul (65,3%).” Em outros estudos com populações indígenas, as prevalências de Síndrome Metabólica foram mais baixas – 21,9% entre os índios Suyá e 27,8% entre os Khisêdjê, ambos do Parque Indígena do Xingu, no Mato Grosso; e 35,7% entre indígenas das aldeias Jaguapiru, em Dourados, Mato Grosso do Sul. “As comparações são difíceis”, diz Luana, “porque existem diferenças étnicas, culturais e de estilo de vida bastante expressivas, mas é indiscutível que entre os xavantes a prevalência é muito elevada.”

FONTE: FAPESP.


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O PERÍODO DE MATRÍCULA COMEÇA DIA 14

Eliana Bess | Seduc-MT

 

Estudantes que continuarão na mesma escola não precisam realizar o procedimento, já que a vaga foi garantida pela rematrícula

Estudantes que continuarão na mesma escola não precisam realizar o procedimento, já que a vaga foi garantida pela rematrícula

O cadastro para solicitação de matrículas na rede pública estadual já soma 74.870 inscritos, conforme levantamento realizado na manhã desta quinta-feira (07.01).  Com este processo, alunos maiores de 18 anos, pais e ou responsáveis terão a senha para efetivar a matrícula, que começa às 8h do dia 14 de janeiro e se se estende até às 18h do dia 19 do mesmo mês.

Deverão fazer o procedimento alunos novos ou em condição de transferência ou situação de desistente e abandono. No entanto, é necessário realizar o cadastro de usuário no sistema de matrícula web pelo endereço www.seduc.mt.gov.br.

Ao acessar o site, o usuário encontra um link que o direciona para Matrícula Web 2016.  Em caso de dúvidas, neste mesmo ícone há a opção de para os devidos esclarecimentos. Caso não seja contemplado, existe o Fale Conosco em que uma equipe da Superintendência de Gestão Escolar fornece as explicações. O usuário também pode tirar dúvidas pelo telefone 0800 65 1717.

Para os estudantes que continuarão na mesma escola não será necessário o procedimento, uma vez que a vaga está garantida no processo de rematrícula, assegurou o secretário adjunto de Política Educacional, Gilberto Fraga. “O processo online trouxe comodidade aos pais em busca de vagas, evitando consequentemente filas nas unidades escolares por conta das matrículas novas”, completou Fraga.

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