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EXCLUSIVO: PREFEITO GORGEN FALA SOBRE A CONFIRMAÇÃO DE QUERÊNCIA COMO 3º MAIOR EXPORTADOR DO MT

Prefeito Gorgen no evento SOJA BRASIL- FOTOS HOMERO SERGIO

Na noite de terça 16, na sede do Sindicato Rural de Querência, durante etapa da Caravana Soja Brasil, o prefeito de Querência que é também produtor rural, falou ao repórter Homero Sergio sobre o impacto da notícia divulgada amplamente no estado, sobre o posicionamento peculiar do município como 3º no ranking dos maiores exportadores no estado de Mato Grosso.

HOMERO: Boa noite prefeito. Fomos surpreendido positivamente nessa semana com a notícia do Ministério da Indústria Comércio  do Brasil, destacou a posição de Querência no ranking e eu gostaria que o sr. clareasse para a população o que significa essa conquista para o morador da cidade e para o sr. como gestor e produtor?

FERNANDO GORGEN: Olha, eu sempre procurei falar sobre o potencial de Querência… e ainda tem mais, no último levantamento nós tínhamos mais 540 mil ha de terra desmatada no município e essa área ainda pode aumentar, porque mesmo com todo travamento, temos muitas áreas de cerrado e essas matas de transição na pior das hipóteses pode abrir 20%, tem fazendas que ainda podem abrir 20% então o município sem dúvida vai plantar perto de meio milhão de ha e isso vai continuar colocando Querência entre os grandes produtores de grãos do Brasil.

Com essa boa notícia, temos que aproveitar para atrair investidores, para poder agregar valor no grão de soja, milho e gerar emprego e renda. Já temos notícias de empresários olhando, empresários visitando a cidade e tem coisa boa para sair.

Tem coisa que não podemos falar antes da hora, mas posso confirmar o interesse dos donos da Fiagrill que planejam 8 unidades no MT e Querência poderia ser contemplada com uma usina de etanol de milho. Já foi inaugurado em Lucas, deverá sair uma em Sinop e a terceira poderá acontecer em Querência e isso, essa posição. Uma coisa é o prefeito dizer isso, a outra é o ministério confirmar e isso é muito bom para a cidade e atrair investidores e gerar empregos para o pai querenciano e a mãe querenciana.

HOMERO: A divulgação dessa notícia cria na população a expectativa de melhorias para o município, e na rádio recentemente o sr. destacou projetos de melhoria. Que podemos ressaltar para o morador, nesse início de ano que acha que poderá dar conta de fazer?

FERNANDO GORGEN: A expectativa é boa com o ano de 2018 melhor. 2017 a questão orçamentária foi péssima, esperávamos 76 milhões e fechamos com 70 e com o crescimento previsto de 83 milhões que não veio, mas fomos em busca de recurso, emenda, convênio com deputados e senadores e as coisas já comeram acontecer. Fechamos 3 convênios semana passada  com a Caixa, Incra e a esperança é grande. Melhorar o próprio orçamento do município, porque nos colhemos esse ano, o resultado da seca de 2 anos atrás. Com a queda de produtividade e no icms caímos de 1.76 para 1.23 e estamos prevendo crescer 1.3 esse ano e se continuar o crescimento, logo logo voltamos para 1.76 e se agente industrializar o produto, a receita melhora muito.

Se vem as indústrias, ai sim vai se criar um déficit em todas as áreas: vai faltar casa, vai faltar infraestrutura, escola, mais isso é bom porque vai gerar empregos, oportunidade. Eu fico um pouco com medo já que o governo do estado deixou tanta coisa sem cumprir que tenho receio de dizer para população os compromisso assumidos mas falo que o asfaltamento do contôrno é um dos grandes sonhos, iniciar o asfaltamento do Pingo D’água, precissssssssamos recuperar o anelviário que está uma vergonha e asfaltar os bairros que faltam, principalmente o setor Industrial, tirar essas famílias da beira da lama. Estamos trabalhando bastante na cultura, no esporte com convênios de mais de um milhão. E por fim o grande sonho que é a ligação da BR 158 com a 242 até Sorriso.

HOMERO: Otimismo então para 2018?

FERNANDO GORGEN: sem dúvida, a economia do país crescendo e com Querência não será diferente crescendo e se desenvolvendo.

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CARAVANA SOJA BRASIL CAI NA ESTRADA E EM JANEIRO CHEGA EM QUERÊNCIA.

O futuro já chegou! O que a tecnologia tem para oferecer à agricultura. Este é o tema  principal da Caravana Soja Brasil que começa nesta segunda-feira (20.11), em Campos de Júlio. As noites são reservadas para as palestras e as manhãs para o evento Conexão AgriHub.

Depois de Campos de Júlio, a Caravana segue para Sapezal, Campo Novo do Parecis, Tangará da Serra, Diamantino, Sinop, Sorriso, Ipiranga do Norte, Tapurah e Nova Mutum. A segunda etapa acontece em janeiro de 2018 nos municípios de Querência, Canarana, Água Boa, Gaúcha do Norte, Paranatinga, Primavera do Leste e Campo Verde.

O Soja Brasil é considerado uma das maiores expedições realizadas pelas lavouras brasileiras. É um projeto realizado pelo Canal Rural, SENAR-MT, Aprosoja/Brasil e diversos outros parceiros.

De acordo com o superintendente do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Mato Grosso (SENAR-MT), Otávio Celidonio a novidade deste ano é o Conexão AgriHub que tem como proposta conectar empresas de inovação com os produtores rurais de Mato Grosso. O projeto AgriHub é uma iniciativa da Famato, SENAR-MT e Imea.

Celidonio explica que o Conexão AgriHub, que acontecerá durante as manhãs, será dividido em quatro momentos: abertura, fala sobre o projeto, apresentação de cerca de três minutos de cada uma das empresas participantes e a última parte será reservado para a interação entre produtores rurais e empresas.

PROJETO AGRIHUB – de acordo o superintendente do Imea e coordenador do AgriHub, Daniel Latorraca, este projeto é uma rede de inovação com o objetivo de conectar produtores rurais às tecnologias desenvolvidas para o agronegócio. Um dos diferenciais do AgriHub é a iniciativa de conectar produtores rurais, empresas de inovação, pesquisadores e investidores que estejam em busca de possíveis soluções tecnológicas às necessidades específicas do meio rural mato-grossense.

 

PRIMEIRA ETAPA – ENTRE 20 DE NOVEMBRO E 02 DE DEZEMBRO 2017  

Segunda-feira (20.11) – Campos de Júlio (noite)

Terça-feira (21.11) – Campos de Júlio – Conexão AgriHub (manhã)

 

Terça-feira (21.11) – Sapezal – palestras (noite)

Quarta-feira (22.11) – Sapezal – Conexão AgriHub (manhã)

 

Quarta-feira (22.11) – Campo Novo do Parecis (noite)

Quinta-feira (23.11) – Campo Novo do Parecis – Conexão AgriHub (manhã)

 

Quinta-feira (23.11) – Tangará da Serra – palestras (noite)

Sexta-feira (24.11) – Tangará da Serra   – Conexão AgriHub (manhã)

 

Sexta-feira (24.11) – Diamantino –  palestras (noite)

Sábado (25.11) – Diamantino – Conexão AgriHub (manhã)

 

Segunda-feira (27.11) – Sinop – palestras (noite)

Terça-feira (28.11) – Sinop –  Conexão AgriHub (manhã)

 

Terça-feira (28.11) – Sorriso – palestras (noite)

Quarta-feira (29.11) – Sorriso –  Conexão AgriHub (manhã)

 

Quarta-feira (29.11) – Ipiranga do Norte – palestras (noite)

Quinta-feira (30.11) – Ipiranga do Norte – Conexão AgriHub (manhã)

 

Quinta-feira (30.11) – Tapurah – palestras (noite)

Sexta-feira (01.12) – Tapurah – Conexão AgriHub (manhã)

 

Sexta-feira (01.12) – Nova Mutum – palestras (noite)

Sábado (02.12) – Nova Mutum – Conexão AgriHub (manhã)

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“DA PORTEIRA PRA DENTRO SOMOS BONS” DIZ FRIZZO. ELE ASSUME O SINDICATO E SONHA COM UMA USINA DE ÁLCOOL DE MILHO NA CIDADE.

REPORTAGEM: HOMERO SERGIO.

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Osmar Frizzo assume o Sindicato Rural de Querência no próximo dia 6 e já começa enfrentando o maior desafio: motivar a categoria e buscar conhecimento. E para isso traz no próximo dia 5 um palestrante especialista nessa área.  Eduardo Shiniashiky vai falar sobre isso. Outro fator a ser fortalecido é o da capacitação, uma vez que com o campo cada vez mais tecnológico e a demanda de aprimoramento, é fundamental treinamento para alcançar metas ousadas.

“O produtor é bom da porteira para dentro, ele produz bem, a fazenda é bem gerenciada. Da porteira para fora é que precisamos ajustar: comercialização, venda,  da compra de insumos e a logística” declara Frizzo.

Frizzo é gaúcho, tem 23 anos de Querência, é produtor, Rotariano, membro da Cooperquer e da Igreja Católica. Basta isso pra ver o desafio de otimizar bem o tempo, para além disso organizar a classe do produtor rural que de modo geral tem pouco tempo para o sindicato e seus desafios.

Em números os desafios são comandar os 130 produtores da região que juntos realizam 380 mil ha de soja e 150 mil ha de milho e tem ainda o feijão e se espera ampliar o leque da produção.

O novo presidente recebeu a reportagem do Portal Querência Hoje na sexta e falou do legado que gostaria de deixar que é o de atender a demanda do produtor e focar em conhecimento e motivação e enfrentar os problemas entre outros, resultantes da situação política-econômica que afeta a logística que é o nosso maior gargalo e com isso destravar o processo usando para isso o conhecimento da tecnologia e do mercado.

A palestra de quarta-feira já é o inicio desse processo e já para janeiro de 2018 estamos organizando um Work Shop com 4 palestrantes para debater numa mesa redonda temas da classe produtora. Isso acontece numa sexta feira e no sábado tem um evento que acontece há cinco anos no Granja.

Uma das ideias será levar em parceria com a prefeitura na Expoquer 2018 as opções de segunda safra, pois não há nada na região nesse sentido, além do milho, milheto, girassol, feijão, ou seja abrir o leque.

Em termos de planos futuros para a cidade o que acho que precisamos é de uma usina de álcool com milho, isso será um marco e dar destinação da produção local e seria semelhante a planta que existe em Lucas do Rio Verde. Ela produz o etanol anidro e o hidratado, que serão utilizados no abastecimento de automóveis, o DDG, que é o farelo para ração animal. Seria ótima alternativa, embora seja um investimento alto.

Para completar o comando do Sindirural, ficou assim definido a chapa: Presidente Osmar, Vice, Neuri, 1ª secretária Mariella de Oliveira, 2º secretário Írio Guisolphi, 1º tesoureiro Adalberto, 2º tesoureiro José Adelar. Segue lista depois de suplentes e conselheiros.

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OSMAR FRIZZO TOMA POSSE NO SINDICATO RURAL QUE CELEBRA 20 ANOS E TRAZ PALESTRA DE EDUARDO SHINYASHIKI.

Em duas datas da próxima semana, o Sindicato Rural da cidade fará dois eventos. Um para trocar a diretoria da entidade e também para celebrar os 20 anos de atuação na organização dos produtores rurais e outra para a palestra motivacional de escritor convidado.

Está programado par o dia 5, uma palestra com o escritor Eduardo Shiniashiki no salão de festas do Sindrural e cujo tema é: VENÇA DESAFIOS, CONSTRUA O FUTURO.

Eduardo Shinyashiki é mestre em neuropsicologia e liderança educadora, especialista em neurocoaching e em desenvolvimento das competências de liderança organizacional, educacional e pessoal. Presidente do Instituto Eduardo Shinyashiki, é referência em ampliar o poder pessoal e proporcionar uma confiança inabalável para as pessoas, a fim de que elas obtenham atuações brilhantes em suas vidas.

Já no dia 6 ás 19 horas acontece a sessão solene de posse da nova diretoria que terá na presidência Osmar Frizzo, e a comemoração dos 20 anos de fundação da entidade na cidade.

Membros da diretoria são esperados nesta sexta 7 horas para uma entrevista na Rádio Alternativa.

 

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CRIADO O CADASTRO RURAL DE MT.

FOTO: HOMERO SERGIO

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Com a mudança na lei, em 2014 o estado precisou se adequar à legislação federal, aderindo ao sistema federal Sicar”

O Sistema Mato-Grossense de Cadastro Ambiental Rural (Simcar) é a nova ferramenta de gerenciamento de todos os Cadastros Ambientais Rurais (CAR) do Estado de Mato Grosso.

A criação do novo sistema foi aprovada pela Assembleia Legislativa e sancionada pelo governo do estado. A Lei Complementar n° 592 foi publicada no Diário Oficial de 26 de maio de 2017. O Simcar possibilitará aos produtores realizar a inscrição de novos imóveis rurais e a retificação dos cadastros que serão migrados do sistema federal para o estadual.

A gestora do Núcleo Técnico da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato) Lucélia Avi explicou que em março deste ano a Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) decidiu retomar o controle, que antes era federal, do sistema de regularização ambiental, voltando a ser gerido pela esfera estadual como era antes da aprovação do novo Código Florestal, em 2012. “Antes da aprovação da reforma do Código, Mato Grosso já possuía um Programa de Regularização Ambiental chamado MT Legal, que contemplava o CAR e o Licenciamento ambiental Único (LAU). Com a mudança na lei, em 2014 o estado precisou se adequar à legislação federal, aderindo ao sistema federal Sicar”, esclareceu.

Lucélia ressaltou que a Sema entendeu que o Sistema Nacional de Cadastro Rural (Sicar) não atendia a demanda de análise dos cadastros do estado e por isso decidiu retomar a gestão do sistema. “Agora, vamos aguardar a implantação do novo sistema e a disponibilização no site da secretaria, que deve acontecer nos próximos dias. Os produtores que ainda não fizeram suas inscrições poderão fazer através do Simcar e os que já têm o CAR feito no sistema nacional terão seus cadastros migrados automaticamente pelo órgão estadual”, explanou Lucélia.

A gestora alertou ainda que os produtores que terão os cadastros migrados deverão ficar atentos ao processo de retificação de dados e documentos. “Na nova legislação existem prazos para retificação dos cadastros migrados e apresentação de documentos, por isso é importante que o produtor fique atento às notificações da Sema a partir da implantação desse novo sistema. Caso o produtor perca os prazos, ele poderá ter o CAR suspenso ou cancelado ”, alertou.

O produtor que não cumprir os prazos ou notificações poderá sofrer algumas penalidades como, por exemplo, a suspensão de autorizações, licenciamentos e até mesmo sanções. “É extremamente importante que o produtor fique atento ao cumprimento dos prazos”, reforçou a gestora.

Em conformidade com a lei, o prazo para fazer a inscrição no  CAR é até o dia 31 de dezembro de 2017.

Clique aqui e veja na integra a Lei Complementar n° 592: http://www.sistemafamato.org.br/portal/arquivos/31052017045106.17.pdf

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JBS PERDE BILHÕES APÓS ESCÂNDALO.

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São Paulo — Com a revelação de detalhes da delação premiada de Joesley Batista, a JBS perdeu, em apenas um dia, 2,5 bilhões de reais em valor de mercado.

Em linhas gerais, o valor de mercado de uma empresa é dado pela soma do preço de todas ações que ela tem em circulação.

Na última quarta-feira, o frigorífico dos irmãos Batista valia cerca de 25,92 bilhões de reais na Bolsa. Após a queda de quase 10% nas ações, o valor foi para 23,41 bilhões de reais na noite de ontem. A perda, no entanto, não foi a maior entre as companhias de capital aberto (veja mais abaixo).

Em seu depoimento, Batista afirmou que o presidente Michel Temer deu aval para a compra do silêncio do ex-deputado Eduardo Cunha. A notícia, publicada primeiramente pelo jornal O Globo, caiu com uma bomba sobre o mercado.

A bolsa brasileira, que durante o dia chegou a acionar o circuit breaker — mecanismo usado para o controle de fortes oscilações, terminou o dia em queda de 8,8% a 61.597 pontos. Foi o pior desempenho do Ibovespa desde 2008.

Menos valiosas

Se forem somadas todas as perdas das empresas listadas na B3 na última quinta-feira, o montante chega a 219 bilhões de reais, segundo cálculos da Economatica.

A Petrobras registrou a maior delas, de 27,4 bilhões de reais. No pregão, as ações preferenciais da petroleira caíram 15,76% enquanto as ordinárias perderam 11,37%. A segunda maior perda foi Itaú Unibanco, de 26,7 bilhões de reais, após o papel cair 12,05%.

DE EXAME.