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QUASE 3 BI PARA PROJETOS DO FCO EM MT.

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Os micro e pequenos empreendedores de Mato Grosso terão acesso, durante todo o ano de 2017, a R$ 2,9 bilhões para aplicação em projetos provenientes do Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO), gerenciado pelo Banco do Brasil. Os valores foram confirmados durante reunião do Conselho Deliberativo do Desenvolvimento do Centro-Oeste (CONDEL/SUDECO), que ocorreu nesta segunda-feira (10.04) em Brasília (DF).

O governador de Mato Grosso, Pedro Taques, assim como os governadores do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg, e de Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja, participaram da sétima reunião ordinária do Condel/Sudeco e ajudaram a votar medidas que desburocratizarão o acesso às linhas de crédito. No total, o FCO distribuirá R$ 10 bilhões para financiamento aos estados do Centro-Oeste brasileiro.

“O FCO é muito importante para uma injeção no desenvolvimento econômico dos nossos estados. Diante da crise econômica, precisamos de novos caminhos para aumentar a capacidade de investimentos dos pequenos empresários. É uma ação muito positiva”, avaliou Rodrigo Rollemberg.

De acordo com o presidente do Conselho Deliberativo, Antonio Carlos Nantes, a expectativa é que todo o montante para financiamentos seja liquidado até novembro deste ano. “Em fevereiro deste ano, tínhamos mais que o dobro de projetos aprovados em comparação ao mesmo período do ano passado. O FCO tem dinheiro, agora precisamos de projetos”, afirmou.

Para o governador Pedro Taques, a desburocratização dos processos de financiamento é uma porta de entrada que fará girar a economia de Mato Grosso. “Sou totalmente a favor da simplificação, levando em conta as particularidades de cada estado. Estamos acompanhando as caravanas do Fundo em busca de novos projetos, e temos muitos com grande potencial em Mato Grosso.”

Programas de financiamento

O FCO tem o objetivo de contribuir para o desenvolvimento econômico e social da região Centro-Oeste, mediante a execução de programas de financiamento aos setores produtivos, em consonância com o Plano Regional de Desenvolvimento.

Na qualidade de administrador do Fundo, o Banco do Brasil oferece apoio financeiro aos investimentos de produtores rurais, pessoas físicas ou jurídicas, e pessoas jurídicas de direito privado que se dediquem à atividade produtiva nos segmentos agropecuário, mineral, industrial, comercial e de serviços, agroindustrial e turístico da região Centro-Oeste.

ECONOMIA

MÁQUINA DE ESTEIRA DA CASE CHEGA EM QUERÊNCIA E VIRA ATRAÇÃO.

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Uma máquina Steiger  550 com esteira estacionou hoje na cidade e causou frissom. Vinda de Curitiba para exibição na cidade, ela já virou alvo de selfies e da curiosidade de muitos em Querência.

Uma superpotência, assim descreve a representante da Agritex Vanessa Fauda que falou com o QUERÊNCIA HOJE  explicou que breve o equipamento estará a disposição dos agricultores para visitação. Se quiser mais informações, basta ligar para 66-35292267

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Nem bem desembarcou e a STEIGER já fazia sucesso pelas ruas de Querência.

ECONOMIA

INCERTEZAS LEVAM MICROS E PEQUENOS COLOCAR FREIO EM BUSCA DE CRÉDITOS.

 Com crise econômica, micro e pequeno empresário revela baixo
interesse por tomar crédito, mostra indicador do SPC Brasil.

Apenas 8,4% dos MPEs pretendem contratar crédito nos próximos 90 dias.
Intenção de investimentos apresenta piora na comparação mensal

A baixa disposição dos micro e pequenos empresários (MPEs) em contratar crédito para seus empreendimentos segue refletindo as incertezas com a recuperação econômica do Brasil no próximo ano e a forte deterioração do ambiente de negócios. Dados do indicador mensal calculado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) mostram que a intenção desses empresários de procurar crédito pelos próximos três meses registrou apenas 13,47 pontos no mês de novembro. Embora o índice seja levemente superior ao observado em outubro (13,15 pontos), o resultado é considerado baixo, visto que a escala do indicador varia de zero a 100. Quanto mais próximo de 100, maior é a probabilidade de os empresários procurarem crédito e, quanto mais próximo de zero, menos propensos eles estão para tomar recursos emprestados para os seus negócios.

Em termos percentuais, apenas 8,4% dos micro e pequenos empresários consultados pretendem tomar crédito nos próximos 90 dias. Considerando um intervalo de 30 dias, a proporção é ainda menor e chega a 6,5% dos MPEs ouvidos no levantamento.

Na avaliação do presidente da CNDL, Honório Pinheiro, o cenário não inspira a confiança necessária para que os empresários assumam compromissos de longo prazo, principalmente em um momento em que os brasileiros estão diminuindo o consumo de bens e serviços. “O quadro de crise econômica contribui para o baixo apetite pelo crédito, ao aumentar as incertezas em relação ao futuro da economia e dos negócios e elevar o custo do capital medido pelas taxas de juros”, diz Honório.

Para MPEs, tomar crédito está difícil

Dentre os empresários que não têm a intenção de contratar crédito nos próximos três meses (84,7%), conseguir manter o negócio com recursos próprios (43,6%) e a insegurança em se endividar devido as condições econômicas do país (32,1%) são os motivos mais mencionados. Há também os que apontam indisposição para pagar as altas taxas de juros praticadas pelo mercado (17,8%).

Segundo a pesquisa, 35,5% dos empresários consultados consideram que nos dias de hoje está “difícil” ou “muito difícil” conseguir crédito no Brasil. Dentre o universo de empresários que enxergam um horizonte com dificuldades, 43,7% reclamam da burocracia como a razão principal do impedimento e outros 33,1% apontam as altas taxas de juros praticadas no mercado.

As modalidades de crédito mais difíceis de serem contratadas, de acordo com o levantamento, são os empréstimos em instituições financeiras (29,9%) e os financiamentos (21,9%). Para a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, o cenário de desconfiança com os rumos da economia, que torna os as instituições bancárias mais cautelosas na hora da concessão de crédito, bem como o ciclo recente de alta de juros, devem aumentar essa percepção de dificuldade.

As modalidades de crédito mais conhecidas por esses empresários são justamente as mais caras do mercado, cujas taxas de juros anuais podem chegar a quase 290%: o Cartão de Crédito Empresarial (70,8%) e o Cheque Especial Empresarial (70,3%). Só em seguida aparece o microcrédito, citado por 66,3% dos entrevistados.

Cai a intenção de investimentos nos próximos três meses

O indicador de investimentos calculado pelo SPC Brasil e pela CNDL também registrou um baixo patamar, o que demonstra que o cenário econômico adverso está afetando os planos de expansão dos micro e pequenos empresários e também dos prestadores de serviços. Na comparação entre outubro e novembro, houve uma piora de 29,89 pontos para 27,18 pontos, sendo que quanto mais próximo de 100, maior é a propensão ao investimento. Ao todo, apenas 23,25% dos micro e pequenos empresários consultados pretendem realizar algum tipo de investimento nos próximos três meses.

De acordo com o indicador, os investimentos mais citados por esses empresários são a ampliação do estoque (34,9%), reforma da empresa (33,3%), compra de equipamentos (24,7%) e investimento em propaganda e comunicação (24,2%). A grande maioria desses empresários (68,8%) irá usar capital próprio para realizar os investimentos e 25,3% irão recorrer a empréstimos em bancos ou financeiras.

Metodologia

Os Indicadores de Demanda por Crédito e de Propensão para investimentos do Micro e Pequeno Empresário (IDCI-MPE) calculados pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) levam em consideração 800 empreendimentos com até 49 funcionários, nas 27 unidades da federação, incluindo capitais e interior. As micro e pequenas empresas representam 39% e 35% do universo de empresas brasileiras nos segmentos de comércio e serviços, respectivamente.

ECONOMIA

PESQUISA MOSTRA QUE ENERGIA É O QUE MAIS IMPACTOU BOLSO DOS BRASILEIROS.

O gasto com energia elétrica foi o que mais pesou no orçamento do brasileiro neste ano de dificuldades econômicas, de acordo com pesquisa de alcance nacional realizada pela Boa Vista SCPC. Para 37% dos entrevistados, a conta de luz foi a que teve maior impacto no bolso, seguida pelas despesas com alimentação, apontadas por 24%.

Outros gastos que pesaram este ano, revela o levantamento da Boa Vista SCPC, foram os realizados com combustível, moradia, aluguel e condomínio, todos com fatia de 7% entre os pesquisados.

Com a crise econômica, 88% dos consumidores foram obrigados a adotar hábitos de compra diferentes para economizar. Os esforços para gastar menos foram maiores na redução do consumo de energia elétrica, apontado por 21% dos entrevistados, seguidos por despesas com lazer (16%).

Além disso, 14% dos ouvidos pela Boa Vista SCPC passaram a comprar somente o que consideram indispensável, enquanto 9% optaram por pesquisar os preços antes de fechar a compra.

A instabilidade fez com que 88% dos entrevistados avaliassem que a economia do País está pior atualmente do que no ano passado, uma queda significativa em comparação aos 64% registrados no ano passado.

A pesquisa da Boa Vista SCPC mostrou também que, considerando a renda familiar atual, 68% das famílias declaram que o poder de compra teve queda em comparação ao ano anterior. Essa percepção é sentida em todas as classes de renda: 69% nas classes A/B; 65% na classe C; e 71% nas D/E.

Metodologia

A Pesquisa Hábitos de Consumo e Compras – Fim de Ano e Natal 2015 foi realizada, pela Boa Vista SCPC, entre os dias 20 e 30 de outubro, para mapear os hábitos de consumo e compras do brasileiro para essa época do ano, com uma amostra de 960 consumidores.

Sobre a Boa Vista SCPC:

A Boa Vista SCPC é uma empresa que oferece as melhores soluções para a tomada de decisões sustentáveis de crédito e gestão de negócios, e para prevenção contra fraudes. Sua base de dados contém mais de 350 milhões de informações comerciais sobre consumidores e empresas, e registra mais de 42 milhões de transações de negócios por dia.

ECONOMIA

QUASE R$ 100 MILHÕES DA EXPORTAÇÃO CHEGAM AO ESTADO E 25% SEGUE PARA OS MUNICÍPIOS.

O Governo do Estado recebeu nesta sexta-feira (30.10) a segunda parcela do Auxílio Financeiro para Fomento das Exportações (FEX) de 2014, no valor de R$ 98,8 milhões. O montante, que totaliza cerca de R$ 400 milhões, foi dividido em quatros parcelas que serão quitadas até o fim do ano. A garantia do pagamento consta na Lei nº 13.166/2015, sancionada no início deste mês, após esforços do governador Pedro Taques e sua equipe econômica, bem como da bancada mato-grossense, para que os recursos do ano passado fossem repassados a Mato Grosso.

O repasse dos municípios, que corresponde a 25% do valor da parcela, é transferido automaticamente para as contas das prefeituras. Dessa forma, o Estado conta com o aporte de R$ 74,1 milhões e as cidades do interior com R$ 24,7 milhões. A divisão do valor do FEX é feita na mesma proporção dos percentuais individuais de participação no rateio do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), conforme determina a legislação. Os municípios que receberam os maiores valores são Cuiabá (R$ 3,3 milhões), Rondonópolis (R$ 1,4 milhão) e Várzea Grande (R$ 1 milhão).

O secretário de Fazenda Paulo Brustolin esteve em Brasília por diversas vezes acompanhando o governador para cobrar o repasse do FEX de 2014. De acordo com ele, o desafio agora é fazer com que a União pague o FEX de 2015.

“Queremos saber quando esse recurso entrará na nossa conta. Hoje o governo está desenquadrado da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) por conta da questão de pessoal, mas se o FEX de 2015 tivesse vindo nós estaríamos, muito provavelmente, enquadrados. Então eu volto a afirmar que o governo de Mato Grosso vem sendo vítima da má política e da má gestão do governo federal. Dessa forma, a cobrança do FEX 2015 passa a ser a prioridade do nosso Estado”, reforça Brustolin.

Além disso, o secretário tem destacado desde o início da gestão a importância do FEX para o Estado, principalmente nas reuniões do Conselho Nacional de Política Fazendária realizadas mensalmente. Com o recurso que já entrou no caixa, o Estado está complementando as políticas públicas voltadas para as áreas essenciais, como saúde, educação, segurança e infraestrutura.

FEX

De acordo a lei sancionada, os recursos serão repassados aos Estados, ao Distrito Federal e aos municípios em quatro parcelas iguais de R$ 487 milhões até o último dia útil dos meses de setembro, outubro, novembro e dezembro de 2015. Do montante, Mato Grosso deve receber em torno de 20%, somando aproximadamente R$ 98 milhões por mês. As entregas de recursos ocorrerão na forma fixada pela Secretaria do Tesouro Nacional do Ministério da Fazenda, que poderá prever antecipação de parcelas, desde que observada a isonomia.

Mato Grosso é um dos estados mais beneficiados pelos recursos do FEX, que é a compensação feita por conta da Lei Kandir, que desonera o ICMS sobre exportações de produtos primários e semielaborados.

Devido à lei, o Estado não pode cobrar ICMS sobre a maior parte de sua produção de grãos, já que esta é destinada ao mercado externo. O FEX surge então como uma compensação aos estados no esforço de aumentar a competitividade dos produtos brasileiros no mercado internacional.

ECONOMIA

MT PODERÁ TER FÁBRICA DE AUTOMÓVEIS.

DIÁRIO DE CUIABÁ.

Encontra-se sob análise da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (Sedec) a documentação para que a empresa se instale na capital

Divulgação
Caso se instale em Cuiabá, a TAC Motors produzirá o utilitário Stark; governo avalia documentação

MARCOS LEMOS
Da Reportagem

Mato Grosso poderá receber pela primeira vez em sua história uma fábrica de automóveis. Trata-se da TAC Motors, que planeja se instalar em Cuiabá, onde iria produzir o utilitário Stark, com motor 2.3 turbo diesel.

Um dos setores que mais avança no mundo e entre os maiores geradores de emprego e renda, a chegada de uma fábrica de automóveis utilitários desmistifica o conceito que este tipo de investimento só teria sucesso nos grandes centros consumidores.

“Estamos abertos a todo tipo de parceira que seja bom para o Estado, para a população e também para quem quer ser parceiro de Mato Grosso”, disse o governador Pedro Taques, apontando para o salto e a diversificação que o Estado terá caso se confirme a chegada da indústria da TAC Motors, que é brasileira.

Encontra-se sob análise da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (Sedec) a documentação para que a empresa se instale na capital.

“Estamos analisando as propostas e já mantivemos mais de uma reunião com o grupo de empresários interessados em montar uma fábrica em Mato Grosso. E a sinalização do governador Pedro Taques para que a relação institucional seja a melhor possível, respeitada a transparência, legalidade e os benefícios que isto representa para o Estado, município e população”, disse o secretário de Desenvolvimento Econômico, Seneri Paludo.

Originalmente instalada em Santa Catarina e com outra unidade no Ceará, o modelo Stark, por ser um utilitário a diesel, atrai principalmente o público empresarial rural, mas também aqueles dos esportes radicais, sendo que o fato de ser compacto e dinâmico seria ideal para as grandes cidades.

A semelhança com o Jeep e com o Troller abre perspectivas para que a TAC Motors tenha sucesso na empreitada de inserir o Stark em Mato Grosso. A grande vantagem seria a produção aqui em território estadual, o que poderia baratear os custos, hoje em torno de R$ 85 mil até R$ 92 mil.

Outra vantagem seria o fato do Stark por sua constituição ser um veículo utilitário para todo tipo de terreno, os seja, contemplaria o vasto território de Mato Grosso, que tem deficiência de rodovias, além de ter mais de 64% do seu território ambientalmente preservado, portanto, com áreas de difícil acesso.

“As perspectivas são boas, mas como princípio norteador deste governo, nossa missão é avaliar todos os pedidos de incentivos e de parcerias para que os benefícios fiquem para o Estado, para os municípios e para a sociedade. Uma fábrica automotiva está entre os negócios de maior amplitude na captação de mão de obra e na geração de empregos indiretos. Por isso são vista pelo governo como importante, além de ser a primeira de Mato Grosso caso, confirmado o entendimento”, explicou o secretário Seneri Paludo.

Paludo sinalizou que espera poder concluir os entendimentos e análises ainda neste ano de 2015 para que o governador Pedro Taques possa anunciar a chegada da primeira fábrica de automóveis de Mato Grosso.