ECONOMIA

PESQUISA: 44% DOS BRASILEIROS PLANEJAM GASTAR MENOS NO DIA DOS PAIS.

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Endividamento é a principal razão para a diminuição dos gastos. Na percepção de 76,8% dos consumidores
os presentes estão mais caros do que há um ano.

Com o avanço da inflação e aumento do desemprego, os gastos do brasileiro no Dia dos Pais, comemorado no próximo domingo, dia 11, serão mais modestos do que no ano passado. Um levantamento realizado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), em todas as capitais, mostra que 43,8% dos consumidores pretendem gastar menos com o presente deste ano na comparação com a mesma data do ano passado.

Com menos sobras no orçamento e diante de preços mais salgados, os consumidores têm se mantido distantes dos principais centros de compras. Oito em cada dez pessoas ouvidas pela sondagem (76,8%) acreditam que os presentes estão mais caros em 2015 do que há um ano. Além disso, a maioria dos consumidores que tem a intenção de presentear, deve comprar apenas um presente (66,4%).

“Com o crédito cada vez mais restrito, a inflação elevada e as altas taxas de juros, o consumidor vê o seu poder de compra diminuir e a principal medida para salvar as finanças acaba sendo o corte de gastos. Exemplo disso, é que em outras datas comemorativas recentes como Páscoa, Dia das Mães e Dia dos Namorados, o comércio também apresentou um resultado decepcionante, com queda no volume de vendas parceladas”, avalia o presidente da CNDL, Honório Pinheiro.

Consumidor endividado

O bolso mais apertado para contrair novas dívidas é um dos responsáveis pelo comportamento mais cauteloso do consumidor. Dentre os entrevistados que planejam gastar menos no Dia dos Pais, o endividamento (24,4%) é a principal justificativa para a contenção de despesas, principalmente entre as pessoas da classe C (26,8%) e com idade entre 35 e 49 anos (36,5%). Outras justificativas completam a lista como a necessidade de economizar (18,45%) e o desemprego (16,6%).

Pais recebem presentes mais baratos

Nesta data, os pais (64,0%) e os esposos (20,6%) serão os mais presenteados, mas eles devem se contentar com uma recordação mais barata. De acordo com a pesquisa, o valor médio por presente será de R$ 119,83, quantia inferior à intenção de gastos apurada pelo SPC Brasil para o último Dia dos Namorados, que foi de R$ 138,00.

É alto o percentual de consumidores reticentes quando indagados sobre o preço dos presentes que pretendem comprar. Mais da metade (50,7%) dos entrevistados afirma não ter ideia do quanto pretende desembolsar. Outro sinal de que o Dia dos Pais deste ano será econômico é que 46,2% dos entrevistados consultados pretendem comemorar a data em casa, ao passo que apenas 9,7% têm a intenção de festejar o dia em algum restaurante.

Brasileiro vai pagar a vista

O pagamento do presente à vista em dinheiro destaca-se como a principal modalidade utilizada pelos consumidores (53,3%), bem à frente do cartão de crédito parcelado (18,3%), cartão de crédito à vista (13,6%) e cartão de débito (8,5%). “O dado está coerente com o atual momento econômico, em que as pessoas se veem obrigadas a cortar despesas para driblar a inflação e também estão menos seguras em seus empregos. Por isso o ideal é evitar o abuso de parcelamentos e realizar todos os pagamentos a vista”, orienta a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti.

Os presentes mais procurados neste ano são as roupas (53,8%), calçados (23,9%), e acessórios (18,7%) – como cintos, óculos, relógios, meias e gravatas  – seguidos pelo almoço em restaurantes (6,5%), livros (5,8%), smartphones (5,4%), vale-presentes (4%) e artigos esportivos (3,5%). O principal lugar para a compra dos presentes será o shopping center, citado por 55,1% dos entrevistados. As lojas de rua (24,9%) e as lojas virtuais (10,6%) ocupam a segunda a terceira posição no ranking de preferência, respectivamente.

ECONOMIA

IPVA PODE SER PARCELADO EM 3 VEZES ATÉ DIA 30.

CAMILA CECÍLIO
Assessoria/Sefaz
O Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) de veículos com placa final 0 pode ser parcelado em até três vezes sem juros ou ser pago em cota única até dia 30. Após a data, o valor do imposto deve ser quitado integralmente, com aplicação de juros e multa.O boleto de pagamento pode ser emitido no Portal da Secretaria de Fazenda de Mato Grosso, menu IPVA, opção Emissão de DAR – Novo, e quitado no Banco do Brasil e Bradesco e respectivos correspondentes bancários, Banco da Amazônia, Sicredi, Bancoob, Caixa Econômica Federal, Itaú, Unibanco, Primacredi e Santander.

O pagamento do IPVA é um dos requisitos para o licenciamento do veículo, de modo que, caso não haja a quitação do débito, o proprietário terá que arcar com juros e multa. Além disso, também correrá o risco de ter seu veículo apreendido.

Calendário de pagamento

Final 0
Recolhimento integral ou parcelado (sem desconto) – De 21 a 30.06.2015
Recolhimento integral com multa – Após 30.06.2015

ECONOMIA

JBS COMPRA UNIDADE DA MARFRIG NA EUROPA.

11108332_963950260291896_1290275945341814072_nA JBS, maior produtora de carnes do mundo, fechou a compra da Moy Park, unidade de carne de frango e alimentos processados da Marfrig na Europa, por 1,5 bilhão de dólares, segundo uma fonte com conhecimento do assunto.

A JBS, que tem expandido suas operações no exterior desde 2007, assumirá dívida da Moy Park como parte do acordo, segundo a fonte, que pediu para permanecer no anonimato uma vez que os termos do negócio são privados.

A transação poderá ser anunciada oficialmente ainda na tarde deste domingo, segundo a fonte.

Procurada, a JBS não comentou a informação, publicada inicialmente pela versão online da Revista Veja.

O negócio segue a estratégia da JBS de crescer em alimentos processados. Além disso, dará à empresa uma maior atuação na Europa.

A JBS tem apenas uma pequena operação na Itália, atualmente, onde fabrica bresaola, um embutido típido do país.

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ECONOMIA

IPVA: COTA ÚNICA TEM 3% DE DESCONTO ATÉ HOJE.

CAMILA CECÍLIO
Assessoria/Sefaz-MT

Proprietários de veículos com placa final 6 e 7 que pagarem o Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) em cota única até segunda-feira (20) terão 3% de desconto. O boleto de pagamento pode ser emitido no Portal da Sefaz, menu IPVA, opção Emissão de DAR – Novo, e quitado no Banco do Brasil e Bradesco e respectivos correspondentes bancários, Banco da Amazônia, Sicredi, Bancoob, Caixa Econômica Federal, Itaú, Unibanco, Primacredi e Santander.

Já no período de 21 a 30 de abril o recolhimento terá de ser integral ou parcelado em até três vezes. Após o dia 30 o pagamento deverá à vista, com acréscimo de juros e multa. Quem optar por quitar o IPVA de veículos com placa final 8 e 9 até 10 de maio terá 5% de desconto.

O pagamento do IPVA é um dos requisitos para licenciar o veículo. A não quitação do imposto gera juros e multa, além do proprietário correr o risco de ter seu veículo apreendido.

Calendário de pagamento

Finais 6 e 7
Recolhimento integral ou parcelado (sem desconto) – De 21 a 30.04.2015
Recolhimento integral com multa – Após 30.04.2015

Finais 8 e 9
Recolhimento em cota única com 5% de desconto – Até 10.05.2015
Recolhimento em cota única com 3% de desconto – De 11 a 20.05.2015
Recolhimento integral ou parcelado (sem desconto) – De 21 a 29.05.2015
Recolhimento integral com multa – Após 29.05.2015

Final 0
Recolhimento em cota única com 5% de desconto – Até 10.06.2015
Recolhimento em cota única com 3% de desconto – De 11 a 20.06.2015
Recolhimento integral ou parcelado (sem desconto) – De 21 a 30.06.2015
Recolhimento integral com multa – Após 30.06.2015

ECONOMIA

PESQUISA REVELA QUE QUASE 60% ESTÃO NO VERMELHO E CARTÃO DE CRÉDITO É O VILÃO.

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A Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), divulgada hoje, 26 de março, pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), registrou, em março, 59,6% de endividados em relação ao total de famílias com cheque pré-datado, cartão de crédito, cheque especial, carnê de loja, empréstimo pessoal, prestação de carro e seguro. O percentual é maior que o apresentado no mês anterior, que ficou em 57,8%, mas ainda é menor que o apurado no mesmo período do ano passado, 61%. O resultado representa alta pelo segundo mês consecutivo, porém mantendo a tendência de queda na comparação anual.

Entre os principais indicadores da pesquisa, o único que registrou queda nas comparações mensal e anual foi o de famílias que declararam não ter condições de pagar suas contas ou dívidas, registrando, este mês, 6,2%, ante 6,4% em fevereiro e 7,1% em março de 2014. A proporção de famílias com dívidas ou contas em atraso aumentou na comparação mensal, passando de 17,5% para 17,9%. Entretanto, também registrou queda no percentual em relação a março de 2014, quando o indicador alcançou 20,8%.

Já o número de famílias que se declararam muito endividadas, que havia alcançado, em fevereiro, o menor patamar desde o início da série, em 2010, aumentou em março, passando de 9,7% para 10,6%. Entre as famílias endividadas, a parcela média da renda comprometida com dívidas diminuiu na comparação anual, passando de 30,9% para 29,7%. “Porém, 20,7% afirmaram ter mais da metade de sua renda comprometida com pagamentos de dívidas”, afirma a economista da CNC Marianne Hanson.

O cartão de crédito foi apontado como um dos principais tipos de dívida por 73,4% das famílias endividadas, seguido por carnês (18,2%) e, em terceiro, por financiamento de carro (14,4%). Segundo a Confederação, a moderação do crescimento do crédito para as famílias e o perfil mais favorável de endividamento, concentrando-se em modalidades de risco mais baixo e prazos mais longos, melhoraram a percepção das famílias em relação ao seu endividamento.

 

ECONOMIA

CRESCE QUASE 14% O VOLUME DE POUPANÇA EM 2014 NO SICREDI.

EDIÇÃO: HOMERO SERGIO DE MOURA.

Sicredi MT/PA/RO: Poupança ultrapassa marca de meio bilhão

Volume em carteira cresce 13% e confirma opção segura para quem quer guardar dinheiro

MOEDA

 

O Sicredi MT/PA/RO registrou um volume de R$ 542 milhões em recursos aplicados em poupança ao final de 2014, alta de 13,7% em relação a 2013, quando a caderneta apontava um saldo de aplicações da ordem de R$ 476 milhões. O crescimento, que se mantém nos últimos anos, revela que a tradicional poupança segue sendo uma sólida opção para quem quer guardar dinheiro com segurança.

O dado consta em balanço consolidado divulgado pelo Sicredi abrangendo os Estados de Mato Grosso, Pará e Rondônia, que também aponta que a instituição cooperativa de crédito responde por quase 8% de toda a poupança acumulada no mercado financeiro regional. Para o presidente da Central Sicredi MT/PA/RO, João Carlos Spenthof, junto com os depósitos em poupança cresce, também, a confiabilidade nas cooperativas de crédito como vetor de soluções financeiras e desenvolvimento regional.

“Nossos números revelam um quadro de 321 mil associados do Sicredi em Mato Grosso, Pará e Rondônia, o que representa 11,6% da população economicamente ativa. Mostramos diariamente as vantagens de cooperar e crescer, com taxas competitivas e opções seguras de investimentos disponíveis no mercado, algo determinante na adesão de novos cooperados e na ampliação de nossas operações”, analisa Spenthof.

Na Sicredi Araxingu não é diferente. Apesar do desempenho modesto do setor econômico no país, é contínuo o crescimento dessa modalidade de aplicação também na cooperativa local. Em 2011 a Araxingu somava 11 milhões em poupança e num período de três anos houve um crescimento de 201%. O saldo da aplicação em 2014 foi de quase 36 milhões de reais. Resultado da confiança que os associados têm na instituição. O que também demonstra a segurança do investimento já que a Sicredi Araxingu está amparada pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC) em até 250 mil reais por CPF.

ECONOMIA

INADIMPLÊNCIA DISPARA NOS ÚLTIMOS 12 MESES.

A inadimplência (atrasos no pagamento de prestações) do consumidor aumentou 4,1% no primeiro mês de 2015 em relação a dezembro do ano passado, o maior percentual de alta mensal registrado em um mês de janeiro, desde 2003, quando o índice de aumento foi 7,1%.

Na comparação com janeiro de 2014, houve crescimento de 16,7%, o que significa o maior ritmo de aumento dos últimos quatro meses, seguindo o mesmo critério de comparação usado pela empresa Serasa Experian, responsável pela pesquisa.

Os economistas da empresa acreditam que a alta da inadimplência no mês passado, tanto em relação a dezembro de 2014 quanto na comparação interanual, reflete as crescentes dificuldades que o consumidor brasileiro está encontrando para honrar seus compromissos financeiros.

Em nota, a entidade diz que “aumentos sazonais de impostos e taxas (como IPTU e IPVA), realinhamento de vários preços administrados (energia elétrica, transporte urbano, combustíveis), elevações nas taxas de juros e enfraquecimento do mercado de trabalho estão entre as causas que começam a delinear um cenário menos benigno para a inadimplência do consumidor”.

As dívidas não bancárias foram as principais responsáveis pela alta em janeiro, com elevação de 10,4% ante o mês anterior. Essas dívidas correspondem a cartões de crédito, financeiras, lojas em geral e prestadoras de serviços como telefonia e fornecimento de energia elétrica e água, entre outros.

Já a inadimplência com os bancos, apresentou crescimento de 0,3%. Os títulos protestados e os cheques sem fundos apresentaram quedas de 12,3% e 9,9%.(EBC).

ECONOMIA

PRODUÇÃO: CONAB APOSTA EM 202 MILHÕES DE TONELADAS EM 2015.

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) divulgou hoje (9) balanço da produção de grãos no Brasil. De acordo com os dados, o país deve produzir, na safra 2014/2015, 202,18 milhões de toneladas. O número representa aumento de 4,5% com relação à última safra. A previsão também cresceu em relação à estimativa anterior, que era 201,55 milhões de toneladas. Com relação à área plantada, houve aumento de 1,3% (de 56,98 milhões para 57,8 milhões de hectares). Este é o quarto levantamento da safra atual.

“Nós tínhamos feito uma previsão de aumento da safra que está sendo superada pela realidade”, disse a ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Kátia Abreu, ao comentar os dados. Segundo ela, em razão da venda antecipada, da valorização do dólar e do aumento da produção, os produtores não foram atingidos por quedas de preços de algumas commodities. Na próxima safra, no entanto, devem ser afetados negativamente pela alta da moeda norte-americana, já que importam adubos e fertilizantes.

“A valorização do dólar e o aumento da produção fizeram com que os produtores ficassem em uma situação confortável. Estão com custos [de produção] defasados. Deveremos ter um problema na próxima safra [com aumento de custos]. O PIB [Produto Interno Bruto] do agronegócio em 2015 deve ser melhor que em 2014”, afirmou a ministra. Ela destacou ainda que as importações da China aumentaram. “[O país] aumentou as importações, decepcionando quem imaginava que a China teria um recuo”, disse.

De acordo com o presidente da Conab, Rubens Rodrigues dos Santos, a previsão para a colheita de grãos ainda pode crescer. “A tendência do milho de segunda safra e a produtividade da soja podem fazer com que tenhamos um ano ainda melhor”, disse. Kátia Abreu lembrou que, apesar da queda de preços do milho em razão do excesso de produção, o Brasil continua sendo o segundo maior exportador mundial do grão.

A soja é o destaque entre as culturas do país, com aumento de 11,4% da produção, prevista para ficar em 95,9 milhões de toneladas. A Conab promoveu a pesquisa entre os dias 14 e 20 de dezembro. O trabalho é feito em parceria com agrônomos, técnicos do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), de cooperativas, secretarias de Agricultura, órgãos de assistência técnica, agentes financeiros e revendedores de insumos, que fornecem as informações à estatal.

ECONOMIA

INFLAÇÃO DO ALUGUEL FECHA 2014 EM 3,69%

O índice desacelerou 0,36% em relação a novembro. Na comparação com 2013, a queda foi de 1,82%, quando o IGP-M atingiu 5,51%

 

A inflação medida pelo índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) caiu para 0,62% em dezembro, após registrar alta de 0,98% no mês anterior. Os dados são da Fundação Getulio Vargas (FGV).

Com o indicador deste mês o índice fechou o ano com alta de 3,69%, menor marca desde 2009, quando o índice atingiu 1,72%. Em relação a 2013 a queda foi de 1,82%, quando o IGP-M atingiu 5,51%.

O indicador é utilizado como referência para o reajuste de contratos, principalmente os de aluguel.

O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC), que também entra no cálculo da inflação do aluguel, registrou em dezembro variação de 0,25%, abaixo do resultado de novembro, de 0,30%.