POLÍTICA NACIONAL

SEGUNDO JORNALISTAS DO CONGRESSO, VEJA QUEM SÃO OS MELHORES DEPUTADOS.

Mais de 180 profissionais que acompanham o dia a dia do Congresso votaram nos deputados que, na sua opinião, melhor representam a população no Parlamento. Saiba quem são eles

 

Para os jornalistas que cobrem o Congresso Nacional, são do Rio de Janeiro seis dos dez melhores deputados do país:

Alessandro Molon (PT) Chico Alencar (Psol), Jandira Feghali (PCdoB), Jean Wyllys (Psol), Glauber Braga (PSB) e Miro Teixeira (Pros). Completam a lista dois representantes do estado de São Paulo, Ivan Valente (Psol) e Luiza Erundina (PSB), e os deputados Maria do Rosário (PT-RS) e Júlio Delgado (PSB-MG).

Ao todo, 186 jornalistas de 45 veículos de comunicação (clique aqui para ver a lista) que acompanham as atividades do Congresso Nacional votaram nos  parlamentares que, a seu ver, melhor representam a população no Legislativo. Os profissionais de imprensa manifestaram suas preferências entre os últimos dias 8 e 10, por meio de urnas itinerantes, numa votação acompanhada pelo Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Distrito Federal (SJPDF).

Os cinco nomes mais votados serão divulgados apenas no dia 8 de outubro, na entrega do Prêmio Congresso em Foco 2015. Isso porque eles serão homenageados na categoria “Deputados mais bem avaliados pelos jornalistas”, na qual ficará com o troféu quem tiver recebido mais votos dos jornalistas.

Daí por que manteremos sob reserva o total de votos dos dez deputados citados acima. Abaixo, você pode ver quantos votos receberam os demais deputados.

Nas edições anteriores do prêmio, os jornalistas especializados na cobertura do Congresso eram consultados antes da abertura da votação para o público, pela internet. Assim, eles faziam uma espécie de “filtro”, selecionando a grande maioria dos premiados. O público podia apenas acrescentar um nome em cada categoria disputada, além de definir a classificação final de todos os  parlamentares homenageados.

Como ocorre na votação pela internet, foram considerados inaptos para receber os votos dos jornalistas os deputados que respondem a inquéritos criminais ou ações penais no Supremo Tribunal Federal (STF).

Divulgaremos amanhã os resultados da votação dos jornalistas para o Senado.

POLÍTICA NACIONAL

DILMA VAI CORTAR MINISTÉRIOS. MAS VOCÊ SABE QUAIS SÃO OS ATUAIS E QUEM É QUEM NO COMANDO?

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O ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, anunciou que o governo vai reduzir o número de ministérios, baixando de 39 para 29 o total de pastas. A medida faz parte de um pacote de reforma administrativa apresentado a ministros durante a reunião da coordenação política com a presidenta Dilma Rousseff.

Os ministérios a serem extintos serão definidos até o fim de setembro por uma equipe do governo. “Nosso objetivo é chegar a uma meta de dez [ministérios]. Existem várias propostas possíveis para atingir essa meta. Precisamos ouvir todos os envolvidos, não tem nenhum ministério inicialmente apontado para ser extinto”, disse Barbosa. (A.B)

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POLÍTICA NACIONAL

GOVERNADOR TAQUES É TUCANO. VEJA O VÍDEO.

O senador Aécio Neves anuncia nesta terça-feira (18) a filiação do governador de Mato Grosso, Pedro Taques, ao PSDB.

O governador deixou o PDT no início de agosto, insatisfeito com a proximidade do partido com o governo Dilma Rousseff. Apesar de ter rompido na Câmara, a sigla segue à frente do Ministério do Trabalho.

Senador Aécio postou vídeo com anúncio da filiação do governador de MT.

SAIBA MAIS AQUI

POLÍTICA NACIONAL

BLAIRO MAGGI: “O GOVERNO É UM ELEFANTE QUE NÃO SE MEXE”

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Entrevista ao Estado de São Paulo repercute em todo país.

O senador Blairo Maggi (PR-MT), um dos maiores produtores de soja do mundo, criticou a situação econômica do país neste domingo, 5, em entrevista ao Estado de S. Paulo.

Para o senador da base governista, 2015 é um ano “perdido”. Ele acha que a situação seria mais favorável se a presidente Dilma Rousseff tivesse adotado uma postura diferente, descentralizando suas decisões e promovendo, por exemplo, um amplo enxugamento da máquina administrativa.

Ele cobra, também, a redução da burocracia federal, o que, na sua opinião, atrapalha o crescimento do Brasil. “O governo é um paquiderme, um elefante que não se mexe”, critica. E, apesar de ter apoiado a campanha pela reeleição de Dilma e de ter visitado recentemente Cuba com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o senador diz achar que hoje não se aliaria novamente a um candidato do PT à Presidência.

“Penso que a presidente precisa dar demonstrações. Precisa de mudança de postura. Em consonância com o que os movimentos de rua falam, e o que a gente ouve também, é que um dos sinais que se espera por parte do Executivo é que ele faça o corte na própria carne. E as medidas que o governo tomou até agora são de enxugamento de despesa. Mas essas despesas são, na verdade, despesas entre aspas, porque são enxugamento de investimentos. Então, você corta investimento e retrai mais ainda o processo de crescimento”, criticou.

Maggi também disse que tem conversado com e ex-presidente Lula sobre a situação do País. “Ele também reclama da postura do governo. Da forma como muitas coisas são colocadas e não são discutidas com a base de apoio. O PMDB reclama muito”, afirmou.

O senador falou também sobre Reforma Policia, operação Zelotes e as articulações para 2016. (BRASIL 247)

Leia aqui na íntegra a entrevista de Blairo Maggi ao Estado de S. Paulo.

POLÍTICA NACIONAL

SOB PRESSÃO, PT ESPERA REENCONTRAR O PARTIDO DOS ANOS 1980.

O PT divulgou hoje (30) manifesto, aprovado pelos 27 diretórios estaduais, em que diz “está sob forte ataque”. O documento foi divulgado durante reunião da Executiva do partido, em um hotel da zona sul de São Paulo. A legenda destaca que não é a primeira vez que passa por essa situação e lembra o caso do sequestro do empresário Abílio Diniz, em dezembro de 1989, quando foi acusada pelo ato. O texto diz ainda que “nunca como antes, porém, a ofensiva de agora é uma campanha de cerco e aniquilamento” e que o atual movimento contra o partido busca criminalizá-lo.

A sigla não cita quem seriam os culpados pelo ataque, mas dirige as críticas aos “maus perdedores no jogo democrático” que “tentam agora reverter, sem eleições, o resultado eleitoral”. Segundo a legenda, tentam “fazer do PT um bode expiatório da corrupção nacional e de dificuldades passageiras da economia”.

“Condenam-nos não por nossos erros, que certamente ocorrem numa organização que reúne milhares de filiados. Perseguem-nos pelas nossas virtudes. Não suportam que o PT, em tão pouco tempo, tenha retirado da miséria extrema 36 milhões de brasileiros e brasileiras. Que nossos governos tenham possibilitado o ingresso de milhares de negros e pobres nas universidades.”

No documento, o partido diz ainda que é favorável às investigações, como a que envolve a Petrobras, e afirma que, caso algum filiado seja condenado em “virtude de eventuais falcatruas”, será excluído do partido. O PT ressalta que, durante o seu próximo congresso da agremiação “Caberá à legenda se reencontrar com o PT dos anos 1980, quando nos constituímos num partido com vocação democrática e transformação da sociedade”. A ideia, segundo os membros do PT, é que o congresso faça o partido retomar sua “radicalidade política, seu caráter plural e não dogmático”.

O manifesto defende que o partido pratique a política cotidiana, mais presente na vida do povo, “no dia a dia dos trabalhadores”, e que reate sua ligação com os movimentos sociais, a juventude, os intelectuais e as organizações sociais. “Todos inicialmente representados em nossas instâncias e hoje alheios, indiferentes ou até hostis, em virtude de alguns erros políticos cometidos nessa trajetória de quase 35 anos”.

Ao fim do documento, os membros da Executiva listam uma série de dez propostas, entre elas, a promoção de debates e mobilizações em torno do PT e de suas bandeiras históricas; a defesa do legado político-administrativo do partido e do governo da presidenta Dilma Rousseff; e a articulação de uma frente de partidos, centrais sindicais e movimentos sociais “unificados em torno de uma plataforma de mudanças”, e que defendam a reforma política e tributária, além da democratização da mídia.

Além disso, propõem a orientação da bancada do PT no Congresso Nacional para votar o imposto sobre grandes fortunas; a busca por novas formas de financiamento para o Sistema Único da Saúde (SUS); o apoio a uma ampla reforma educacional; o combate à corrupção; e a luta pela integração política, econômica e cultural dos povos da América. “O momento não é de pessimismo; é de reavivar as esperanças”, finaliza o manifesto.